sábado, 21 de dezembro de 2013

ATÉ A GLOBO FOI OBRIGADA A ADMITIR. APESAR DE MEIO ESCONDIDA E DESPREZADA PELA MÍDIA TRADICIONAL E CONSERVADORA, MATÉRIA DA REVISTA MARIE CLAIRE DO INÍCIO DESTE MÊS MOSTRA COMO O BOLSA FAMÍLIA ESTA PROVOCANDO UMA REVOLUÇÃO FEMINISTA NO SERTÃO.

Seguindo a indicação de Valéria M. Monteiro.

Depois de anos e anos sendo vítimas do machismo, as mulheres
do interior do Brasil estão cada vez mais independentes e 
lutando pela felicidade.

Direto da do site da revista Maire Claire por Mariana Sanches.

A antropóloga Walquiria Domingues Leão Rêgo testemunhou, nos últimos cinco anos, a uma mudança de comportamento nas áreas mais pobres e, talvez, machistas do Brasil. O dinheiro do Bolsa Família trouxe poder de escolha às mulheres. Elas agora decidem desde a lista do supermercado até o pedido de divórcio.

Uma revolução está em curso. Silencioso e lento - 52 anos depois da criação da pílula anticoncepcional - o feminismo começa a tomar forma nos rincões mais pobres e, possivelmente, mais machistas do Brasil. O interior do Piauí, o litoral de Alagoas, o Vale do Jequitinhonha, em Minas, o interior do Maranhão e a periferia de São Luís são o cenário desse movimento. Quem o descreve é a antropóloga Walquiria Domingues Leão Rêgo, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Nos últimos cinco anos, Walquiria acompanhou, ano a ano, as mudanças na vida de mais de cem mulheres, todas beneficiárias do Bolsa Família. Foi às áreas mais isoladas, contando apenas com os próprios recursos, para fazer um exercício raro: ouvir da boca dessas mulheres como a vida delas havia (ou não) mudado depois da criação do programa. Adiantamos parte das conclusões de Walquiria. A pesquisa completa será contada em um livro, a ser lançado ainda este ano.


MULHERES SEM DIREITOS

As áreas visitadas por Walquiria são aquelas onde, às vezes, as famílias não conseguem obter renda alguma ao longo de um mês inteiro. Acabam por viver de trocas. O mercado de trabalho é exíguo para os homens. O que esperar, então, de vagas para mulheres. Há pouco acesso à educação e saúde. Filhos costumam ser muitos. A estrutura é patriarcal e religiosa. A mulher está sempre sob o jugo do pai, do marido ou do padre/pastor. “Muitas dessas mulheres passaram pela experiência humilhante de ser obrigada a, literalmente, ‘caçar a comida’”, afirma Walquiria. “É gente que vive aos beliscões, sem direito a ter direitos”. Walquiria queria saber se, para essas pessoas, o Bolsa Família havia se transformado numa bengala assistencialista ou resgatara algum senso de cidadania.


BATOM E DANONE

“Há mais liberdade no dinheiro”, resume Edineide, uma das entrevistadas de Walquiria, residente em Pasmadinho, no Vale do Jequitinhonha. As mulheres são mais de 90% das titulares do Bolsa Família: são elas que, mês a mês, sacam o dinheiro na boca do caixa. Edineide traduz o significado dessa opção do governo por dar o cartão do benefício para a mulher: “Quando o marido vai comprar, ele compra o que ele quer. E se eu for, eu compro o que eu quero.” Elas passaram a comprar Danone para as crianças. E, a ter direito à vaidade. Walquiria testemunhou mulheres comprarem batons para si mesmas pela primeira vez na vida. Finalmente, tiveram o poder de escolha. E isso muda muitas coisas. 


O DINHEIRO LEVA AO DIVÓRCIO E À DIMINUIÇÃO DO NÚMERO DE FILHOS?

“Boa parte delas têm uma renda fixa pela primeira vez. E várias passaram a ter mais dinheiro do que os maridos”, diz Walquiria. Mais do que escolher entre comprar macarrão ou arroz, o Bolsa-Família permitiu a elas decidir também se querem ou não continuar com o marido. Nessas regiões, ainda é raro que a mulher tome a iniciativa da separação. Mas isso começa a acontecer, como relata Walquiria: “Na primeira entrevista feita, em abril de 2006, com Quitéria Ferreira da Silva, de 34 anos, casada e mãe de três filhos pequenos,em Inhapi, perguntei-lhe sobre as questões dos maus tratos. Ela chorou e me disse que não queria falar sobre isso. No ano seguinte, quando retornei, encontrei-a separada do marido, ostentando uma aparência muito mais tranqüila.”
A despeito do assédio dos maridos, nenhuma das mulheres ouvidas por Walquiria admitiu ceder aos apelos deles e dar na mão dos homens o dinheiro do Bolsa. “Este dinheiro é meu, o Lula deu pra mim (sic) cuidar dos meus filhos e netos. Pra que eu vou dar pra marido agora? Dou não!”, disse Maria das Mercês Pinheiro Dias, de 60 anos, mãe de seis filhos, moradora de São Luís, em entrevista em 2009.
Walquiria relata ainda que aumentou o número de mulheres que procuram por métodos anticoncepcionais. Elas passaram a se sentir mais à vontade para tomar decisões sobre o próprio corpo, sobre a sua vida. É claro que as mudanças ainda são tênues. Ninguém que visite essas áreas vai encontrar mulheres queimando sutiãs e citando Betty Friedan. Mas elas estão começando a romper com uma dinâmica perversa, descrita pela primeira vez em 1911, pelo filósofo inglês John Stuart Mill. De acordo com Mill, as mulheres são treinadas desde crianças não apenas para servir aos homens, maridos e pais, mas para desejar servi-los. Aparentemente, as mulheres mais pobres do Brasil estão descobrindo que podem desejar mais do que isso.

sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

PAULO SKAF E A PARTE DE ELITE PAULISTANA QUE AINDA VIVE DA ESPECULAÇÃO IMOBILIÁRIA PENSAM QUE VENCERAM COM AJUDA DO SUBMISSO E ACOVARDADO JOAQUIM BARBOSA. LEDO ENGANO, FOI UMA MERA VITÓRIA DE PIRRO, NÃO DEMORA E LOGO A MAIORIA DOS PAULISTANOS E DA SOCIEDADE BRASILEIRA VÃO DESCOBRIR A VERDADE DE QUE A DECISÃO DA JUSTIÇA CONTRA O GOVERNO HADDAD, COMO SEMPRE NO BRASIL, SERVIU AOS PODEROSOS.


Paulo Skaf quer que São Paulo mude para continuar como esta.


E isso nos remete a lembrar e refletir sobre...

“Algo deve mudar para que tudo continue como está”



Da obra “O Leopardo”, de Tomasi di Lampedusa, publicado postumamente e popularizado pelo gênio do cineasta italiano Luchino Visconti, que narra a decadência da nobreza e a ascensão de uma nova classe na Itália do final do século 19, endinheirada, destituída de sangue azul, mas ávida para comprá-lo


Paulo Skaf, conforme ja escrevi aqui, http://flavioluizsartori.blogspot.com.br/2013/12/discurso-de-paulo-skaf-contra-o-aumento.html, sabe que Alexandre Padilha vai estar no segundo turno na eleição para o Governo de São Paulo do ano que vem, por isso para ele só resta ir para a direita junto com o PMDB fisiológico de São Paulo, que esta com Alkimim hoje, com ajuda de Baleia Rossi e do resto da bancada de deputados estaduais que parece mais tucana que o próprio PSDB.

O atual presidente da Federação das Industrias de São Paulo, a FIESP, entrou com tudo, com apoio do Partido da Imprensa Golpista, o PIG, contra o aumento do imposto predial que seria mais justo para os pobres da periferia de São Paulo que passariam a pagar menos impostos,

Isso não vai passar em branco para  opinião pública do Brasil que, hoje, esta mais alerta do que nunca sobre tudo que representa injustiça social, principalmente quando fica claro que tiraram dos mais pobres para dar para os mais ricos.

Isso significa que Paulo Skaf conseguiu apenas uma vitória de Pirro.

Para quem não sabe, em 281 a.C., Pirro, Rei de Epiro, pretendia conquistar Roma, o Perigo do Ocidente, da mesma maneira que Alexandre conquistara a Pérsia, o perigo do Oriente. Para perseguir esse intento atravessou o Mar Jônio (Adriático) com um exército considerável, composto de 25 mil homens de infantaria, 3 mil de cavalaria e 20 elefantes. 

Derrotou os romanos em Heracléia, sofrendo, no entanto, perdas enormes em homens e material. Quando Pirro recebeu de um oficial o cumprimento pelo triunfo, respondeu: "Mais uma vitória como essa e estarei arruinado". 

Desde de então, vitória de Pirro é uma expressão utilizada para expressar uma vitória obtida a alto preço, potencialmente acarretadora de prejuízos irreparáveis.

Hoje em dia o cidadão esta mais alerta  do que nunca, facilmente vai perceber a demagogia barata de Paulo Skaf. 

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

ENQUANTO ESPERAMOS O PRÓXIMO TEXTO, MÚSICA DE QUALIDADE: ADONIRAM BARBOSA E ELIS REGINA EM 1978 E COMPLETO...


Seguindo a dica da amiga Silvia Helena Duenha...


Adoniran Barbosa e Elis Regina. Saudades.






  Flávio

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

TEMOS CERTEZA QUE VOCÊ NÃO OUVIU, ASSISTIU OU LEU ESTA NOTÍCIA HOJE NA GLOBO, BAND, ESTADÃO, FOLHA, VEJA E OUTROS DA MÍDIA TRADICIONAL BRASILEIRA: JORNAL INGLÊS "THE GUARDIAN" MOSTRA COMO O BOLSA FAMÍLIA É UM SUCESSO NA LUTA CONTRA A POBREZA NO BRASIL E COMO O PROGRAMA ESTA SERVINDO DE MODELO PARA MUITOS PAÍSES.


E Essência Além da Aparência sabe muito bem o porque desta noticia não ter aparecido nas grandes redes de televisão e também nos sites dos principais grupos de comunicação do Brasil, por isso resolveu dar uma força para que a informação chegue no maior número de pessoas que for possível.

Brasil Bolsa Família marca uma década de alívio da pobreza no Brasil.

Amplamente elogiado e muitas vezes ridicularizado, principal programa de bem-estar social do Brasil ainda está forte, uma década após a sua criação.

Por Jonathan Watts de Belagua, Maranhão:

Família Das Neves do Rio de Janeiro faz parte do um quarto da população
brasileira que o Bolsa Família esta tirando da miséria.


Como um dos moradores mais pobres do município mais pobre Brasil , a vida sempre foi uma luta por Maria Eunice Alvis.

O telhado de suas casas de adobe vazamentos durante a temporada de tempestades e vermes representam uma ameaça constante para a saúde de seus 10 filhos. Há tão pouco dinheiro para ir ao redor, a família muitas vezes passa fome.

Durante a maior parte de seus 40 anos, a sobrevivência dependia de farinha, a farinha amarelada da raiz da mandioca. Nas cidades ricas, como Rio de Janeiro ou São Paulo, este é um prato em pó. Mas para Alvis e outras famílias desfavorecidas em Belagua, Maranhão, era até recentemente o único grampo que eles têm através dos tempos difíceis.

Hoje, no entanto, o governo lançou-lhes uma outra tábua de salvação - uma apostila dinheiro conhecido como o Bolsa Família , que é pago na condição de crianças vão para a escola e se vacinar.

A cada mês, Alvis recebe 250 reais (65 £). Esse montante não é suficiente para acabar com todos os seus problemas, mas, pela primeira vez em sua vida, ela tem uma renda regular.

"Fiquei muito feliz quando recebi o primeiro pagamento. Agora eu estou acostumado com isso. Mas ainda é bom saber que não há dinheiro que entra a cada mês", diz Alvis, sentado no pequeno, mas quartos limpos casa de dois quartos ela compartilha com outros 11.

Tem sido 10 anos desde que o ex-presidente do Brasil Luiz Inácio Lula da Silva fez o Bolsa Família um pilar central da estratégia de bem-estar social do país. Nos anos seguintes, projetos de ajuda a pobreza semelhantes se espalharam por todo o globo. O programa pioneiro é agora de exportação de maior sucesso, sem dúvida, do Brasil, embora os prós e os contras de uma abordagem direcionada e condicional permanecem ferozmente debatida.

Em seu aniversário este ano, os defensores comemoram o programa como uma forma barata e eficiente para melhorar a vida dos mais necessitados. Os críticos dizem que ele apenas bloqueia os pobres em um padrão de exploração e tem pouco impacto sobre a desigualdade.

Poucos, no entanto, a dúvida que, dando diretamente gastar dinheiro para os pobres, o Bolsa Família representa uma mudança de paradigma.

O ex presidente Lula durante o evento que marcou dez anos do Bolsa Família.
Lula foi um dos principais responsáveis pela implantação do programa que
hoje serve de referencia para todos governos do mundo que
pretendem combater a pobreza com seriedade.


No seu mais básico, o Bolsa Família é um pagamento de 70 reais por pessoa para qualquer família que vive abaixo da linha de pobreza de 140 reais por mês.

O programa tem crescido rapidamente. Nos últimos 10 anos, o número de famílias beneficiárias aumentou 3.600.000-13800000, o que significa o Bolsa Família abrange agora cerca de um quarto da população do Brasil de 199 milhões.

Sua importância não deve ser exagerada. Bolsa Família é apenas um dos quatro pilares do governo Plano Brasil Sem Miséria (Brasil Sem Pobreza) estratégia, que também inclui um salário mínimo, emprego formalização e as políticas de apoio às famílias rurais. Há também planos de pensões e projetos habitacionais que visam combater a desigualdade.

Mas é o regime de pagamento condicional que atraiu a atenção do mundo porque é inovador, ousado e particularmente adequado para uma era de austeridade, as redes sociais e construção de plataforma.

Ministro de Desenvolvimento Social Tereza Campello diz que o Bolsa Família era politicamente mais difícil de apresentar, porque havia uma profunda resistência a dar às pessoas esmolas em dinheiro .

"Os críticos citar Confúcio e dizem que é melhor para ensinar as pessoas a pescar do que dar-lhes peixe, mas Bolsa Família destinatários não são pobres porque são preguiçosos ou não sabem como trabalhar, eles são pobres porque não têm oportunidades , sem educação e saúde precária. Como eles podem competir com essas desvantagens? Ao dar às pessoas o dinheiro para sobreviver, estamos capacitando-os, incluindo-os e dando-lhes os direitos de um cidadão em uma sociedade de consumo. "

Comparado a um estado de bem-estar totalmente financiado ou sistema de pensões sociais, os gastos são pequenos. Os desembolsos anuais subiram de 4,2 bilhões de reais para 23.95bn reais, mas ainda custam menos de 0,5% do PIB. O governo diz que o esquema também é rentável, com um retorno de 1,78 reais para a economia, para cada um de reais gastos.

O ganho título é uma queda na extrema pobreza para 36 milhões de pessoas. A proporção de brasileiros que vivem neste estado (definido como menos de 70 reais por mês) caiu de 8,8% para 3,6% entre 2002 e 2012. O forte crescimento económico durante este período e com a introdução do salário mínimo foram os principais motivos, mas o governo credita o Bolsa Família por mais de um terço da melhoria.

"Todas essas pessoas estão em nosso programa. Se ele desapareceu, todos iriam cair de volta para a pobreza extrema", disse Campello.

Os números são contestados. Lena Lavinas, professor de economia do bem estar, da Universidade Federal do Rio de Janeiro, diz que o governo exagera a importância do Bolsa Família e exagerou suas realizações ao não explicar adequadamente para a inflação em suas estatísticas. Se o aumento dos preços são devidamente tidos em conta no cálculo, diz ela, a taxa de pobreza extrema deve ser de 90 reais por mês, o que significaria o Bolsa Família tem levantado apenas 7 milhões de pessoas acima desta linha.

Mas, enquanto a escala dos ganhos pode ser debatido, não há dúvida do esquema diminuiu a pressão sobre as comunidades mais necessitadas. Isso é definitivamente o sentido em Belagua, onde a renda média mensal dos cerca de 7.000 moradores é 146,7 reais (£ 38.2).

"Esta é uma área muito pobre. Cerca de 80% das pessoas aqui dependem do Bolsa Família . Algumas pessoas ainda se contentam com farinha e sal, mas as coisas estão melhores do que antes, graças ao Bolsa Família ", disse o chefe do conselho local, Sidra Soares.

O dinheiro não vai longe, especialmente para famílias grandes, que são comuns em Belagua. Alvis acha que depois de comprar arroz (2,2 reais por kg), feijão preto (5,4 reais por kg), tapioca (5 reais por kg) e farinha (3,5 reais por kg), ela tem pouco à esquerda para fraldas e creme dental. A bolsa de renda geralmente não dura mais de uma semana. Para o restante do mês, a família muitas vezes tem apenas uma refeição por dia, ou comer o que as galinhas botam ou usando qualquer rendimento marido de Alvis pode encontrar nas raras ocasiões em que ele pode trabalhar nos campos ou em um canteiro de obras.

"Não há empregos aqui", encolhe os ombros Alvis. "A única renda nesta cidade é o Bolsa Família . "

Esta é uma das principais críticas do Bolsa Família - que faz pouco para combater a desigualdade, pois mantém os pobres apenas acima de um nível de subsistência, sem os meios para subir a escada social. Mas há um elemento de programa que faz com que seja um investimento de longo prazo no futuro.

O Bolsa Família é usado como um método de imposição de metas de saúde pública e educação. Os pais que não conseguem ter seus filhos vacinados ou enviá-los para a escola são penalizados com pagamentos reduzidos. Em Belagua, isso é uma ameaça real, de acordo com o professor local Rosimat dos Santos Souza.

"Quando comecei a dar aulas há 10 anos, eu diria que não mais de 40% das crianças foram para a escola, mas agora é mais do que 70%. Quando as crianças são ocioso agora, eu vou ver seus pais e eu lhes digo eles podem perder o seu Bolsa Família . Eles são realmente com medo de que, por isso funciona ", diz Souza.

A nível nacional, o governo diz que as crianças são 10% mais propensos a ir para a escola, se os pais recebem o Bolsa Família , enquanto as mães são 25% mais propensos a se inscrever para exames de saúde.

Os maiores ganhos foram em que foram tradicionalmente as áreas mais pobres. Pela primeira vez na história do Brasil, as taxas de graduação de escolas no norte e nordeste são mais elevados do que a média nacional, de acordo com o ministro do desenvolvimento social.

" O Bolsa Família é uma plataforma não só para aliviar a pobreza, mas para obter mais crianças na escola e melhorar a saúde pública ", disse Campello. "A renda é um incentivo que podemos usar para resolver outros programas sociais. Uma vez que as pessoas estão em nosso banco de dados, podemos oferecer-lhes outros benefícios e programas alvo a eles. Desta forma, o Bolsa Família é um instrumento para os programas mais amplos. É uma plataforma ".

Como exemplo, ela diz que presidente Dilma Rousseff está agora a tentar introduzir escolas durante todo o dia, em vez de o meio-dia que é a norma. Este é um programa vasto e caro que tem como objetivo primeiro para as comunidades mais pobres, que têm a maior necessidade de educação extra e refeições escolares. O Bolsa Família banco de dados tem ajudado o governo a identificar esses bairros. Dos primeiros 40.000 estudantes para participar durante todo o dia as escolas públicas, mais de 75% são de famílias que recebem o Bolsa Família .

Houve outros ganhos desde o início do programa - embora em escala menos impressionante - da desnutrição infantil e mortalidade infantil. Estes aumentaram o índice de desenvolvimento humano do estado do Maranhão, que há muito tempo tem a maior taxa de analfabetismo no Brasil.

Enquanto o Bolsa Família é improvável levantar adultos a sair da pobreza, a esperança é que ele irá criar as condições de saúde e educação para a próxima geração de pensar além da próxima refeição de farinha.

"Nunca houve um programa social desse porte e importância no Brasil antes", disse Maria Ozaniro da Silva, da Universidade Federal do Maranhão. " O Bolsa Família está trazendo maiores benefícios para as crianças. No futuro, sua vida será melhor do que o de suas mães ou pais. "


terça-feira, 17 de dezembro de 2013

O BRASIL SE TRANSFORMOU NO PAIS DOS "CIDADÃOS KANES": PREFEITO DE SÃO PAULO, FERNANDO HADDAD, RELATA QUE RECEBEU DECLARAÇÃO DE GUERRA DO DONO DE UM GRUPO DE COMUNICAÇÃO POR CAUSA DA COBRANÇA PROGRESSIVA DO IMPOSTO.


No Brasil a obra de arte, Cidadão Kane, dirigida e 
estrelada por Orson Welles se 
transformou em realidade


Na realidade o que se observa é que os irmãos Marinho podem ser só a ponta de um iceberg. Em todo o Brasil, espalhados por todas cidades, desde de donos de simples jornais (não todos) até poderosos donos de emissoras de TV, todos, se consideram acima da lei e da ética, se acham donos do mundo.

Relata do Prefeito Fernando Haddad:

“Recebi um telefonema de um dono de muitos meios de comunicação dizendo que não daria trégua à prefeitura e que colocaria todos seus veículos contra o IPTU progressivo. Isso não me foi contado. Isso foi dito”, relata, durante uma conversa com jornalistas, realizada ontem (16) à noite na sede da administração municipal. O prefeito não revelou o nome do barão midiático que declarou guerra abertamente. Segundo o site Conversa Afiada, o empresário seria Johnny Saad, dono do Grupo Bandeirantes e “proprietário de muitos imóveis urbanos em São Paulo”.

Texto completo direto no Rede Brasil Atual:

http://www.redebrasilatual.com.br/politica/2013/12/com-iptu-haddad-descobre-lado-obscuro-dos-donos-da-cidade-2004.html


segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

FIM DO MONOPÓLIO DO IBOPE? QUATRO EMISSORAS DE TELEVISÃO, A REDE RECORD, O SBT, A BAND E A REDE TV, ASSINARAM ONTEM UM CONTRATO DE CINCO ANOS COM A EMPRESA ALEMÃ GFK PARA MEDIR A AUDIÊNCIA DE TV PAGA E ABERTA NO BRASIL. PARA QUEM NÃO SABE A EMPRESA EUROPEIA SERA CONCORRENTE DIRETA DO IBOPE.


A partir de ontem a medição da audiência na televisão
brasileira tem duas opções de resultados.


Direto do "OUTRO CANAL":

Concorrente do Ibope assina contrato de cinco anos com emissoras

Record, SBT, Band e RedeTV! assinaram, na tarde desta segunda-feira (16), o contrato definitivo para a entrada do GfK no Brasil. O instituto de pesquisa alemão vai medir audiência de TV paga e aberta no país, tornando-se concorrente do Ibope.

Pelo acordo, que tem validade de cinco anos, a empresa começará a medição com 1.500 domicílios com peoplemeter (aparelho que afere audiência, instalado nas casas da amostragem) – a mais que o Ibope.

Atualmente, o Ibope conta com 4.500 domicílios em sua amostragem. Já o GfK pretende iniciar os trabalhos com 6.000 domicílios em sua pesquisa. São Paulo terá cerca de 1.600 domicílios participando da amostragem.

Em novembro, quando foi assinado um pré-contrato (carta de intenção), o GfK iniciou a seleção da amostragem da pesquisa, que vai aferir audiência em 15 regiões do Brasil.

Além de uma medição maior, o novo serviço sairá cerca de 40% mais barato que o Ibope.

Os primeiros dados oficiais da nova pesquisa serão divulgados apenas no segundo semestre de 2014. O contrato das redes com o GfK tem um valor de mais US$ 100 milhões.

A Globo ainda não assinou nenhum acordo com o mais novo concorrente do Ibope, mas o GfK pretende negociar o serviço com a emissora, com canais pagos e agências de publicidade.



Uma breve história do GFK direto do site da empresa:

http://www.gfk.com/br/Paginas/default.aspx

EM 1934, O PROFESSOR WILHELM VERSHOFEN FUNDOU A GFK. NOSSA MISSÃO ERA SIMPLES: “FAZER COM QUE O CONSUMIDOR FOSSE OUVIDO.” É UMA MISSÃO QUE VEM GUIANDO NOSSO PENSAMENTO DESDE O INÍCIO.

Temos orgulho do nosso passado

1934 – o Professor Wilhelm Vershofen funda o instituto cientifico com sede em Nuremberg, “Gesellschaft für Konsumforschung.” Foi o nascimento da pesquisa de mercado institucional na Alemanha.

A década de 60 – Iniciamos com um grande impulso para expandir internacionalmente, sob os auspícios da organização sem fins lucrativos, a GfK Verein.

1984 – Nossas atividades comerciais são assumidas pela GfK GmbH.

1990 – A GfK GmbH se torna uma empresa de sociedade anônima.

1999 – Estamos neste momento em 37 países.

2005 – Adquirimos a NOP World, o que inclui 47 empresas e mais de 1.500 colaboradores. Assim, nos tornamos uma dos cinco maiores e mais bem sucedidas empresas de pesquisa de mercado do mundo.

Hoje – Temos mais de 12 mil colaboradores em mais de 100 países

domingo, 15 de dezembro de 2013

DIRETO DO CONVERSA AFIADA VIA STANLEY BURBURINO: IRMÃOS MARINHO ATRAVÉS DA GLOBO OVERSEAS ARTICULAM PRESSÃO SOBRE A ROSA WEBER DEPOIS QUE ELA FOI SORTEADA PARA SER A RELATORA DO PROCESSO DO DESVIO DE MILHÕES NO METRÔ DE SÃO PAULO PELO PSDB.



Por de traz de uma imagem de bondosos senhores,
vilões mais terríveis do que os mostrados na
própria Globo. Perto deles Leôncio da novela
"Escrava Isaura" e Odete Roitman até que
foram "bonzinhos".

A tática é a de sempre.

CHANTAGEM.

Através de matérias produzidas com o intuito de criar fatos perante a opinião pública e envolver as pessoas citadas criando situações constrangedoras.

O Conversa Afiada explica muito bem hoje o que os irmãos Marinho planejam com a matéria publicada no O Globo de hoje, 15/12/2013, com o seguinte título: STF inflou número de beneficiários de plano de saúde para receber mais recursos da União.

Quem preside o Conselho Deliberativo do STF-Med, que gerencia os planos de saúde de todo o pessoal que trabalha no STF é a Ministra Rosa Weber.

Leiam a matéria no O Globo: 

http://oglobo.globo.com/pais/stf-inflou-numero-de-beneficiarios-de-plano-de-saude-para-receber-mais-recursos-da-uniao-11072953

Leiam a matéria completa no Conversa Afiada:

http://www.conversaafiada.com.br/politica/2013/12/15/trensalao-tucano-globo-pressiona-rosa-weber/