sábado, 15 de março de 2014

DIRETO DO MENSAGEIROS DO BEM: UMA CRIANÇA DE ANGOLA EXPRESSA SEU SENTIMENTO ANTI RACISTA...





Quando nasci, era preto. 
Quando cresci, era preto.
Quando pego sol, fico preto.
Quando sinto frio, continuo preto.
Quando estou assustado, também fico preto.
Quando estou doente, preto.
E, quando eu morrer continuarei preto !

E tu, cara branco.
Quando nasce, é rosa.
Quando cresce, é branco.
Quando pega sol, fica vermelho.
Quando sente frio, fica roxo.
Quando se assusta, fica amarelo.
Quando está doente, fica verde.
Quando morrer, ficará cinzento.
E vem me chamar de homem de cor ?


(Escrito por uma criança Angolana)

quinta-feira, 13 de março de 2014

ENQUANTO MOBILIZA OS FISIOLÓGICOS NO CONGRESSO NACIONAL COM O PRETEXTO DE REIVINDICAR MAIS ESPAÇOS NO GOVERNO DILMA, O LOBISTA EDUARDO CUNHA, NA REALIDADE ARTICULA PELO FIM DA NEUTRALIDADE NA APROVAÇÃO DO MARCO CIVIL DA INTERNET NA CÂMARA DOS DEPUTADOS.


Sem a mobilização popular corremos o risco de que os fisiológicos 
do Congresso Nacional aprovem o fim da neutralidade 
das redes para favorecer as empresas de telefonia, 
além de restringir o acesso à internet dos mais pobres.


Rebelião da bancada do PMDB.

Rebelião de partidos que fazem parte da base aliado do Governo Dilma.

Tudo isso existe e faz parte do jogo do poder e ja se posicionamos sobre isso, inclusive denunciando a questão de que os grupos fisiológicos estão se insurgindo contra a possibilidade de que sejam criadas as condições básicas para que a opinião pública do eleitorado se manifeste votando maciçamente contra candidaturas fisiológicas, principalmente do PMDB.

Mas tem uma ação liderada pelo líder da bancada de Deputados Federais do PMDB, Eduardo Cunha, que a disputa política dá a impressão, repito apenas dá a impressão, de estar ficando no segundo plano, apesar da sociedade estar bem ligada no assunto.

É a aprovação ou não do Marco Civil na Internet, principalmente no que se refere a manutenção ou não da neutralidade da rede, um assunto que interessa e muito as empresas de telefonia, principais defensoras do fim da neutralidade, o que permitiria a elas cobrar pelos serviços em separado aumentando assim o custo das tarifas.

Enquanto mobiliza os fisiológicos do Congresso Nacional aparentemente com o objetivo de conseguir mais espaços no Governo Dilma, Eduardo Cunha, um notório lobista, usa as bancadas mobilizadas, diga-se de passagem com ajuda da oposição de direita, para derrubar a neutralidade da Marco Civil na internet. 

Eduardo Cunha e seus fisiológicos estão sim defendendo o interessa das empresas de telefonia e chego a ousar dizer que o verdadeiro objetivo do tal de blocão foi, nada mais nada menos, que o de se articular para a votação do fim da neutralidade.

Se isso acontecer, com as tarifas de serviços mais caras, menos pessoas terão acesso às redes e a informação e  quem sairá ganhando serão os políticos fisiológicos, as empresas de telefonia e até mesmo os grandes grupos empresariais da mídia no Brasil que morrem de medo do poder da internet.

Com o objetivo de tentar confundir a opinião pública e devido a mobilização que esta acontecendo nas redes, Eduardo Cunha, em nome do PMDB, apresentou agora á tarde uma proposta alternativa que mantem o fim da neutralidade no Marco Civil. 

A sociedade não pode se enganar, Cunha esta prestando um serviço aos interesses econômicos de um segmento do poder econômico no Brasil que sempre se beneficiou do fisiologismo de uma parte da classe política. Isso tem que ficar bem claro, não podemos deixar de levar em conta.


Flávio Luiz Sartori

quarta-feira, 12 de março de 2014

DIRETO DO SITE DO LÉO GERMANI: EMPRESAS DE TELEFONIA COM APOIO DOS PODEROSOS DA MÍDIA E DO LÍDER DO PMDB, EDUARDO CUNHA, ESTÃO TENTANDO TRANSFORMAR A INTERNET EM TV A CABO PARA QUE PASSEMOS A PAGAR PELO QUE HOJE É DE GRAÇA.


Uma minoria de empresários poderosos das
teles e da mídia querem tirar nosso acesso
a informação isenta através da internet.

Direto do site http://leogermani.com.br/

O Marco Civil da Internet no Brasil nasceu de um processo de consulta pública muito rico e democrático como resposta a interesses de se criminalizar e restringir atividades na internet. Ele parte do princípio de que, antes de se criar legislação específica para crimes digitais, é preciso ter uma base legal para garantir direitos do cidadão e a liberdade da rede. Neste sentido ele foi vitorioso, as legislações de criminalização não saíram e, desde então, a votação do Marco Civil vem caminhando vagarosamente pelos corredores burocráticos do Congresso.

Agora ele está prestes a ser votado. Porém, por pressões econômicas, sofreu alterações em seu texto - a internet continua sob ataque. A principal diz respeito a “neutralidade da rede”. E como começaram a circular campanhas na internet em defesa deste princípio, achei por bem fazer um post curto e explicativo para quem não é da área poder entender melhor, perceber a gravidade do tema, e se posicionar.


O QUE É NEUTRALIDADE DA REDE?

É um princípio que defende que todas as informações que trafegam na internet devem ser tratadas da mesma forma, em especial pelas empresas que fornecem infra-estrutura para a rede – os provedores de internet (aqui no Brasil, empresas como NET, Claro, Vivo, etc.). Na prática, significa que esses provedores não podem fazer distinção entre os pacotes de dados trocados entre os internautas, privilegiando certo tipos de pacotes sobre outros, ou certas fontes de conteúdo sobre outras.

Por exemplo, um provedor de internet não pode diferenciar a sua experiência de uso na internet deixando o acesso ao facebook privilegiado e rápido, enquanto limita a velocidade para assistir vídeos. Não pode também limitar a banda para serviços de Voz sobre IP ou downloads via BitTorrent. Não pode sequer  deixar o acesso ao site A mais rápido do que ao site B.

Este princípio é um dos fundamentos da internet: a possibilidade de pessoas trocarem informações diretamente umas com as outras diretamente, sem interferências de intermediários.


O QUE PODE ACONTECER SE NÃO TIVERMOS NEUTRALIDADE DA REDE

Nesse cenário, os provedores de internet ganharão um universo enorme de “mercados” para explorar. Eles poderão, por exemplo, cobrar preços diferenciados dependendo do uso que você fizer da rede. Um plano para poder ter acesso a Voz sobre IP, outro para vídeos online, e assim por diante.

É como se o nosso fornecedor de energia elétrica, de repente, resolvesse colocar limitações sobre quais tipos de aparelho podemos ligar na tomada e cobrar preços diferenciados por isso. Este vídeo bem humorado de 3 minutos ilustra bem o que nos espera:


)


A verdade é que, por não termos uma legislação muito forte, os provedores de internet já filtram o acesso dos internautas, deixando, por exemplo, o Youtube mais lento em horários de pico ou limitando a velocidade para downloads. Há também agora planos de celular que oferencem acesso a uma determinada rede social gratuitamente, ou seja, dão acesso a internet, mas não a toda a internet!


E PORQUE ISSO É UM PROBLEMA (OU 'ISSO NÃO É UM PROBLEMA DE DIREITOS DO CONSUMIDOR')

Para além do simples problema que teremos como “consumidores”, onde as empresas terão um campo infinito para nos explorar ainda mais, temos que pensar a partir de um ponto de vista do que queremos para a futuro da internet (e consequentemente para o nosso futuro, já que ele será conectado!).

A grande revolução da internet é permitir a comunicação irrestrita entre as pessoas. É dar voz e poder de mobilização para grupos historicamente excluídos e sem recursos. Este meu pequeno blog tem virtualmente o mesmo poder de alcance que o site da Rede Globo. Isso é revolucionário e aponta para uma nova era na comunicação – e na organização social – que já começou. A primavera árabe é apenas um exemplo disso.

Com o fim da neutralidade da rede a internet passa a ser irrestritamente controlada por pequenos grupos empresariais. Todo o conteúdo da rede que hoje é produzido e acessível no mundo todo poderá ser filtrado e o tráfego de visitas direcionado para grandes provedores de conteúdo. “No plano básico você tem acesso irrestrito aos ‘principais jornais’ do mundo, se quiser acesso a blogs internacionais é preciso pegar outro plano”.

Ou seja, como bem coloca Sergio Amadeu, transformariam a internet numa grande rede de TV a Cabo, com um número limitado de canais para você escolher. E se você quiser que o seu conteúdo seja privilegiado e acessado pelo mundo todo, deve ficar amigo dos donos da infra-estrutura – os provedores. Essa é exatamente a lógica excludente do modelo de comunicação do século XX, que todos pensávamos já estar superado com a chegada da internet.

Outro ponto importantíssimo a se levantar é a respeito de novas tecnologias e protocolos. Na internet existem vários tipos de protocolos distintos que foram sendo criados ao longo do tempo: para páginas web, para emails, para mensagens instantâneas, para troca de arquivos p2p, etc. O que aconteceria, em um cenário sem neutralidade da rede, com novos protocolos que ainda não existem? Teriam que ter participação ou autorização dos provedores. A inovação, principal motor da internet e da sociedade em rede, ficaria perigosamente restringida.


NÃO É UMA QUESTÃO TÉCNICA

É preciso ter claro que não se trata de uma discussão técnica – o argumento das teles é que falta banda, e é preciso restringir para melhorar o serviço. Mas o fato é que a motivação real é o lucro, e não outra. Além disso precisamos ter em vista o quadro mais amplo, onde há uma agenda de ataques a liberdade na internet em várias frentes, sugiro a leitura do meu post de 2012 “a internet está sob ataque e você está no meio do tiroteio“.


O QUE PODEMOS FAZER

Barulho! Compartilhe esse problema com amigos. O deputado que defende os interesses das teles é o Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Encha o saco dele! Acesse http://salveainternet.meurio.org.br/ para mandar uma mensagem para todos os deputados. Acesse o site do marco civil para ver o calendário de eventos e ações que vão acontecer esta semana.

Vamos pra frente ou vamos enterrar a internet?

terça-feira, 11 de março de 2014

BANDO DE PSEUDOS DISSIDENTES QUE SE UNIRAM A OPOSIÇÃO NA VOTAÇÃO DE ONTEM, 11/03, NA CÂMARA DOS DEPUTADO SÃO OS MESMOS QUE JUNTO COM A GLOBO, A FOLHA E O ESTADÃO FORAM CONTRA O PLEBISCITO PELA REFORMA ELEITORAL.


O que é o tal do "blocão"? Paus mandados das elites que
sempre se apoiaram neles para não deixar nada
mudar no Brasil, principalmente na política.


A Presidenta Dilma Roussef esta certa desde o início, não pode ceder a um grupo de fisiológicos de carteirinha que atrapalha o Brasil a muito tempo. Estamos falando do tal de Eduardo Cunha e a turma de cinqüenta ou sessenta fisiológicos que estão acompanhando ele, a tal “bancada do PMDB”, mais outros tantos fisiológicos de outros partidos.

No auge das manifestações no ano passado foram esses mesmos fisiológicos que não deixaram passar o plebiscito para a reforma política, eles, a oposição, mais a Rede Globo dos irmãos Marinho, a Folha de São Paulo, o Estadão e outros que fazem parte da nossa mídia tradicionalmente de direita e oligárquica.

Por isso não foi novidade ler agora a noite os “colonistas” do Partido da Imprensa Golpista, Josias de Souza e Fernando Rodrigues os escribas dos Frias na Folha juntamente como as “Cristinas Lobos e os Camarottis” da Globo, tentando passar a idéia de o governo saiu derrotado.

Derrotado?

Eles sabem que não, pesquisas mostram claramente que quando a Presidenta Dilma Roussef assume a postura da faxina, que levou ela ao pico de sua popularidade, a opinião pública apóia com toda força, ou porque vocês acham que o Eduardo Campos saiu batendo no Governo nos últimos dias e em especial na própria Presidenta?

Elementar meus caros, a ação da presidenta contra este bando de fisiológicos, que tem até um dos ícones do fisiologismo brasileiro como aliado oportunista, o tal de Paulinho da Força, do Partido Solidariedade, encontra sim eco na opinião pública e isso leva essa canalha ao desespero.

Esses fisiológicos do Congresso Nacional sabem muito bem que no debate eleitoral eles não tem chance, principalmente quando Dilma Roussef lembrar, durante a propaganda eleitoral, com destaque na televisão, quem foi contra o plebiscito pela reforma política. Ai sim a verdade vai entrar na casa da maioria dos eleitores e a corja vai dizer o que?

Nada, “nadica” de nada.

Então é o caso de se perguntar. Quem perdeu? Quem venceu?


Tirem suas conclusões.

domingo, 9 de março de 2014

DIRETO DO BRASIL 247: A NOVA RECEITA DOS GOLPES DE ESTADO MADE IN USA.


A direita sonha com a volta do Regime Militar.

Nas décadas de 60 e 70, os Estados Unidos derrubavam governos democraticamente eleitos alegando razões geopolíticas: era preciso deter o avanço soviético; hoje, o modelo é mais sofisticado; envolve protestos de ruas, campanhas nas mídias sociais e atentados contra civis, para que os governos sejam responsabilizados pelas mortes de seus próprios cidadãos; foi o que aconteceu na Ucrânia, onde atiradores ligados às forças que hoje estão no poder alvejaram civis; na Venezuela, roteiro é o mesmo e vice-presidente americano Joe Biden deu a senha para o golpe; melhor ficar em estado de alerta.


247 - Às vésperas dos 50 anos do golpe militar de 1964, quando o Brasil deverá celebrar sua democracia, um fantasma ronda a América Latina, a Europa do Leste e o Oriente Médio: a volta dos golpes de Estado patrocinados pelos Estados Unidos. Só que, desta vez, com uma roupagem diferente. Regimes são derrubados, supostamente, em defesa da democracia. É o que já se fez na Ucrânia e o que também se pretende fazer na Venezuela.

No passado, as intervenções americanas em outros países assumiam diversas formas. No Irã, em 1954, o regime de Mossadegh foi derrubado depois que o presidente eleito nacionalizou a produção de petróleo. No Brasil, dez anos depois, foi a vez de João Goulart ser apeado do poder com apoio da CIA. Na década de 70, também em razão do perigo comunista, o alvo foi Salvador Allende.

Agora, os Estados Unidos estão novamente assanhados, como demonstrou o vice-presidente americano Joe Biden, em entrevista ao jornal El Mercurio, que apoio a queda de Allende. "Enfrentar manifestantes pacíficos com a força e em alguns casos com milícias armadas, limitando a liberdade de imprensa e de assembleia não está à altura dos sólidos padrões de democracia que temos na maior parte de nosso hemisfério", disse ele neste fim de semana, referindo-se à Venezuela. Em resposta, o chanceler Elias Jahua afirmou que os americanos são os maiores promotores da violência em escala global.

Na Venezuela, a receita de bolo do golpe é semelhante à que foi aplicada na Ucrânia. Ela envolve protestos de rua, campanhas nas mídias sociais e atentados contra civis, para que os governos sejam responsabilizados pelas mortes de seus próprios cidadãos. Foi assim, após a morte de civis, que o presidente eleito Vitor Yanuovich foi apeado do poder em Kiev.

No entanto, investigações independentes demonstraram que os atiradores de Kiev, na verdade, não eram ligados ao governo – mas sim às forças que hoje estão no poder. Da mesma forma, na Venezuela, o opositor Leopoldo Lopez se entregou depois de ter recebido informações do serviço secreto venezuelano de que seria assassinado para que a culpa fosse atribuída ao presidente Nicolas Maduro.

Sobre o que realmente aconteceu em Kiev, vale a pena ler texto da Rede Voltaire no link:

http://www.brasil247.com/pt/247/mundo/132600/A-nova-receita-dos-golpes-de-Estado-made-in-USA.htm