sábado, 1 de fevereiro de 2014

SUCESSO DA CAMPANHA DE PETISTAS PARA ARRECADAÇÃO DE FUNDOS PARA PAGAMENTO DE MULTAS NÃO ASSUSTA SÓ EDUARDO CUNHA COM SUAS COSTUMEIRAS CHURUMELAS, TEM GENTE MUITO MAIS PODEROSA COM MEDO...

Por de traz da "churumela" de Eduardo Cunha estão aqueles que 
realmente temem qualquer capacidade de mobilização
que venha da sociedade.

Como sempre, quando é necessário se apresentar em defesa de uma situação para qual não existe possibilidade de uma argumentação possível, aparece o líder do PMDB na Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, para tentar arrumar justificativas para o impossível.

Para quem não se lembra, na votação da Medida Provisória dos Portos no primeiro semestre do ano passado, Eduardo Cunha resistiu e de tudo fez para criar embaraços durante a votação, aparentemente, repito, aparentemente, por motivos de disputa com as lideranças do Governo Dilma, uma desculpa não aceita de tanto esfarrapada.

A campanha para arrecadar recursos financeiros para pagar a multa dos petistas condenados no julgamento do mensalão foi uma demonstração de capacidade de mobilização de militância e também social, que não deve ser atribuída como que se fosse uma virtude só dos petistas. Outros partidos se testados em situação semelhante certamente demonstrarão a mesma capacidade para tal iniciativa, podem ter certeza disto.

O problema na realidade está no próprio PMDB, um partido que ascendeu ao poder em praticamente todo o Brasil nos anos oitenta do século passado, se aproveitando por ter herdado o nome do antigo MDB, uma frente de oposição contra as forças políticas que apoiavam a Ditadura Militar organizadas na ARENA, que teve uma vitória estrondosa na eleição de 1986 se apoiando no aparente sucesso do Plano Cruzado e foi praticamente tomado de assalto por grande parte das forças políticas fisiológicas que atuavam nas sombras da Ditadura Militar nos anos sessenta e setenta do século passado.

Desde de então o PMDB foi sendo dominado paulatinamente por um caciquismo oportunista, ao mesmo tempo em que se aproveitou do ganho político acumulado em face da prática fisiológica mantendo-se no poder em praticamente todos governos que se seguiram ao final do Governo Sarney em 1990. Hoje, no PMDB a militância por convicção, mesmo que seja com um mínimo de identidade partidária praticamente não existe. O partido está condenado a viver em função da capacidade de ocupar espaços no poder sob o comando de uma verdadeira casta de caciques que tratam aqueles que tentam ser militantes peemedebistas como meros empregados.

Nesse contesto, o PMDB praticamente perdeu a capacidade de se articular nos segmentos representativos da sociedade brasileira para se tornar um partido a serviço de todo tipo de poder que se apresente, dentre os quais podemos muito identificar os irmãos Marinho da Rede Globo.

A reclamação de Eduardo Cunha, um dos lideres do PMDB no Congresso Nacional que talvez mais sintetize a faceta de um partido, hoje, sem capacidade de mobilizar bases sociais e condenado ao bel prazer de um caciquismo oportunista, soa muito mais como uma "churumela" do que uma reclamação a ser levada a sério.


O que esta por de traz da aparente reclamação de Eduardo Cunha é o fato de que o inegável sucesso da campanha de arrecadação de recursos para o pagamento das multas dos condenados no mensalão mostrou que existem setores na sociedade brasileira, que podem sim se organizar sem precisar do apoio da chamada mídia nativa e isto muito provavelmente provocou calafrios nos Marinhos, Frias, Mesquitas e Civitas dentre outros, que cada vez mais se confrontam com a realidade de que seus dias de detentores do poder de “formar opiniões” estão chegando ao fim.


Flávio Luiz Sartori.

sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

ENQUANTO NÃO VEM O PRÓXIMO TEXTO, MÚSICA DE QUALIDADE, DIRE STRAITS E UM SUCESSO DOS ANOS 80 E 90 DO SÉCULO PASSADO, BROTHERS IN ARMS. UMA REFLEXÃO SOBRE A TRAGÉDIA DA GUERRA E A OPÇÃO PELA VIOLÊNCIA.


A ideologia da guerra presente no nosso dia a dia disfarçada de jogo.




Companheiros de Batalha

Estas montanhas cobertas de névoa
São um lar para mim agora
Mas meu lar são as planícies
E sempre serão
Algum dia vocês voltarão para
Seus vales e suas fazendas
E não mais irá arder o desejo
De ser um companheiro de batalha

Por estes campos de destruição
Batismos de fogo
Assisti a todo o seu sofrimento
Enquanto a batalha se acirrava
E apesar de terem me ferido gravemente
Em meio ao medo e ao pânico
Vocês não me desertaram
Meus companheiros de batalha

Há tantos mundos diferentes
Tantos sóis diferentes
E nós temos apenas um mundo
Mas vivemos em mundos distintos

Agora o sol foi para o inferno
E a lua está alta
Deixe-me dizer adeus
Todo homem tem de morrer
Mas está escrito nas estrelas
E em todas as linhas de sua mão
Somos tolos de guerrear
Com nossos companheiros de batalha



quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

DIRETO DA REDE BRASIL ATUAL: PRESIDENTE DO DATAFOLHA SE JUNTA A CÚPULA DO PSDB PARA DISCUTIR OS RUMOS DA CAMPANHA ELEITORAL DE AÉCIO NEVES. SINCERAMENTE, COM ESTA NOTÍCIA FICA DIFÍCIL ACREDITAR QUE O DATAFOLHA DIVULGARÁ PESQUISAS CONFIÁVEIS.


Pode até parecer piada, mas é assim mesmo que acontece.
Agora imaginem o número de candidatos que ja foram traídos.

Presidente do Datafolha se junta a tucanos para discutir rumos da campanha de Aécio

Além de Marcos Paulino, subprocurador participa de debate em restaurante fino de São Paulo sobre candidatura do PSDB. Um dos coordenadores será ex-secretário suspeito de comandar caixa dois.

por Helena Sthephanowitz publicado 30/01/2014 13:10


Ao som de músicas francesas e muito vinho, os tucanos trataram da  campanha presidencial, discutiram programa de governo de Aécio e também as manifestações populares que vêm ocorrendo em diversas cidades. De acordo com o jornal Valor Econômico, alguns expressaram suas opiniões sobre a cobertura jornalística dos acontecimentos do país. Um deles, e tudo leva a crer que tenha sido o presidente do Datafolha, comentou que "há um antipetismo" na imprensa brasileira.

Apertados em um sofá vermelho, os tucanos falaram sobre a crise econômica da Argentina, apontaram problemas no Mercosul e criticaram a "contaminação" da política externa brasileira por questões "ideológicas". Aécio pretende fazer com que Rubens Barbosa e Celso Lafer colaborem com a construção de suas propostas na área de política externa. O coordenador do programa de governo deve ser o governador de Minas, Antonio Anastasia (PSDB).

Entre um vinho e outro, os tucanos comentaram que o partido precisa ter estratégias diferentes de Dilma Rousseff para conquistar o eleitorado das capitais e do interior.
Rapidamente e sem exatidão, também falaram sobre como tentar compensar a diferença de votos em relação à presidenta. Aécio propôs a Tasso Jereissati que se lance a uma nova candidatura para o Senado, no Ceará, para reforçar o palanque dos tucanos no Nordeste este ano. Tasso, no entanto, não deu certeza de que aceitará a sugestão.

Um dia antes da comilança, na noite de segunda- feira, Aécio Neves se encontrou com o  governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), e com o ex-governador José Serra (PSDB) para negociar o vice na chapa – e Serra surgiu como um dos mais cotados. 

Em sua passagem pela capital paulista, Aécio acertou detalhes do lançamento oficial da pré-candidatura, que deve ser feito até março, em São Paulo. Com isso, deve pôr fim às especulações de uma eventual candidatura de Serra à Presidência. No próximo mês, o senador planeja montar palanque pelo interior de São Paulo. As articulações políticas no estado estão sob comando de Matarazzo, ex-ministro e caixa dois de FHC.

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

DIRETO DO BLOG "O CAFÉZINHO": A QUASE CERTA PARTICIPAÇÃO DA CIA NA ORGANIZAÇÃO DAS MANIFESTAÇÕES VIOLENTAS CONTRA GOVERNOS QUE NÃO SÃO FAVORÁVEIS AOS EUA.


Desde as primeiras décadas do século passado, os EUA
tem uma estratégia de marketing para poder influenciar
a propaganda favorável a seus interesses no Brasil.

Imaginar que os EUA e seus interesses imperialistas aceitarão pacificamente que governos contrários a seus possam funcionar tranquilamente é de uma ingenuidade monumental. Sempre, em qualquer país do mundo que tiver um governo contrário aos EUA, haverá a grande possibilidade de um de algum tipo de sabotagem.

Nesse momento histórico que vivemos, a articulação de mídias contrárias com apoio de fatos "criados" para repercussão imediata com viés para a violência, em protestos como o que assistimos no último sábado, 25/01, principalmente em São Paulo, é de fundamental interesse para os grupos que apoiam os EUA aqui no Brasil.


Paranoia? CIA financiou black blocs na Líbia, Síria e agora Ucrânia

Enviado por Miguel do Rosário on 28/01/2014 

Amigos, eu odeio teorias de conspiração. Assim como odeio fantasmas e bruxas. Mas é como diz o velho ditado espanhol, no creo en brujas, mas que los hay, los hay. Não posso deixar de publicar o texto abaixo, do persistente e valoroso blog do Castor Filho. Paranoia ou não, temos de ficar de olhos abertos. Os EUA deram tantos golpes no passado, incluindo o Brasil, e o fizeram de tantas maneiras diferentes, que não temos mais o direito de ser bobos.

Líbia, Síria e agora Ucrânia – Revolução Colorida à força

No blog  Moon of Alabama, 27/1/2014, http://www.moonofalabama.org/2014/01/libya-syria-and-now-ukraine-color-revolution-by-force.html


“Libya, Syria And Now Ukraine – Color Revolution By Force”

No blog Castorphoto. Traduzido pelo pessoal da Vila Vudu, http://redecastorphoto.blogspot.com.br/2014/01/libia-siria-e-agora-ucrania-revolucao.html?spref=tw

As mesmas forças que instigaram manifestações em 2011 na Síria agora instigam as mesmas manifestações na Ucrânia. Isso, pelo menos, o que se conclui do fato de que os mesmos impressos e desenhos são usados para treinar manifestantes “decididos”, dispostos a enfrentar tudo e todos.


Que outra explicação haveria para os dois panfletos que se veem 
na imagem aqui incluída, um escrito em árabe, o outro em letras cirílicas?

As manifestações e a ocupação de prédios do governo, ações nos dois casos ilegais, são igualmente brutais; como são ilegais e brutais os ataques criminosos contra policiais e outras forças do estado. Na Síria, a parte “muscular” da violência ficou a cargo de jihadistas pagos por interessados estrangeiros; na Ucrânia, foram usadas gangues de neonazistas.

As manifestações e os ataques contra o estado ucraniano são planejados e andam juntos. Nada há de “pacífico” nas manifestações de rua em Kiev.

As manifestações de rua são só fachada, espécie de ação de Relações Públicas, para encobrir o ataque contra o estado ucraniano. E políticos e agentes da empresa-imprensa imediatamente se puseram a manifestar “preocupações” e a ver “grave ameaça” nas respostas absolutamente legais e normais que o estado ucraniano deu àquelas manifestações nada pacíficas. Lixo e mais lixo: tudo está sendo feito para mascarar o apoio ocidental aos manifestantes nacionalistas neonazistas e para gerar cada vez mais violência.


O objetivo é “mudança de regime”: mudar regimes de governos legítimos, por regimes de governos de alguns pequenos grupos. No caso de o regime legítimo resistir, o “plano B” é destruir o estado e toda a sociedade. Sobre isso, ninguém manifesta “preocupação” alguma, nem ninguém vê aí qualquer “grave ameaça”.

Vários veículos da imprensa-empresa alemã repetiram hoje essa mesma conversa sobre “manifestações pacíficas”, e nem uma palavra sobre os policiais que, em Kiev, estão sendo agredidos com coquetéis Molotov.

O que está acontecendo é absolutamente claro, e a imprensa-empresa faz o mesmo jogo dos políticos, dos militares e dos serviços secretos que estão agindo por trás dessas “revoluções”.

As velhas “revoluções coloridas” já se tornaram óbvias demais, e o modelo perdeu a serventia. O conceito então foi expandido: passou a usar amplamente a força, com mercenários armados e apoio externo para esses mercenários, com armas, munição, treinamento e outros meios.

Depois da Líbia, onde forças gadaffistas ainda resistem, a Síria foi destruída e, agora, o alvo é a Ucrânia. Provavelmente há listas de outros países a serem atacados por esses mesmos meios e planos. O que está realmente por trás das manifestações do parque-Gezi na Turquia? E por trás dos protestos em Bangkok? Há potências estrangeiras também por trás desses protestos? Ou não passam de macaqueação, por grupos locais, do que aprendem pela televisão e jornais? E onde entra o Egito, nisso tudo?

E qual a melhor defesa legítima que um governo pode construir para resistir?


E como devem os governos reagir contra esse tipo de ataque-intervenção?

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

CHANCELER BRASILEIRO DESMENTE GLOBO NEWS E ESTADÃO E CONFIRMA QUE CADA MEMBRO DA COMITIVA PRESIDENCIAL BRASILEIRA PAGOU SUA PRÓPRIA DIÁRIA NA ESCALA TÉCNICA EM LISBOA.


A mentira tem perna curta. Estamos esperando as devidas
desculpas da Globo News e do Estadão. 


Ontem de madrugada Globo News noticiou em tom lacônico que a Presidenta Dilma Roussef e sua comitiva tinham feito um pernoite em Portugal na viajem da Suiça para Cuba. A noticia foi toda enviesada para passar a informação para as pessoas que assistiam o noticiário, que a comitiva presidencial teria jantado em um dos restaurantes mais caros de Lisboa.

Na sequencia o mesmo noticiário da Globo News informou que a liderança do PSDB iria pedir informações sobre o fato.

Percebam, todas informações sobre o assunto foram rapidamente politizadas e o desfecho foi para mostrar que a oposição tucana estava em ação.

Agora a pouco o Estadão que tinha sido o primeiro a noticiar o fato também de forma enviesada para tentar denegrir a imagem da Presidenta, Ministros e Assessores, teve que se render e desmentir a falsa noticia de ontem:


Contas em Portugal foram pagas com cartões pessoais, diz chanceler Luiz Alberto Figueiredo, ministro das Relações Exteriores, afirmou que cada membro da comitiva de Dilma pagou a própria diária na 'escala técnica' em Lisboa

27 de janeiro de 2014 | 18h 29

Cuba - O ministro das Relações Exteriores, Luiz Alberto Figueiredo, disse nesta segunda-feira, 27, que todos os integrantes da comitiva presidencial que fizeram "escala técnica obrigatória" em Lisboa, no último sábado, pagaram a conta do restaurante onde jantaram com recursos próprios.

Figueiredo deu a declaração a pedido de Dilma, uma vez que a notícia da parada da comitiva em Lisboa, revelada pelo Estado, provocou cobranças da oposição e irritou a presidente. Questionado se a conta do estrelado restaurante Eleven, com vista sobre o rio Tejo, havia sido quitada com cartão corporativo, Figueiredo respondeu de pronto: "Não, cada um pagou o seu e a presidenta, o dela, como ocorre em todas as viagens. Foi com cartão pessoal".

O chanceler repetiu os termos da nota divulgada no domingo pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência ao argumentar que a passagem da comitiva de Dilma por Lisboa, antes da viagem a Cuba, seguiu recomendação da Aeronáutica. A presidente estava em Davos, na Suíça, para participar do Fórum Econômico Mundial. Antes de seguir para Havana, onde prestigiará a II Cúpula da Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (Celac), ela e sua comitiva fizeram uma escala em Lisboa.

"As aeronaves da Presidência não têm autonomia para viajar de Zurique a Cuba", justificou Figueiredo. "Havia duas possibilidades: ou o nordeste dos Estados Unidos, ou parando em Lisboa, onde era o ponto mais a oeste do continente. Viu-se que havia previsão de mau tempo com marolas polares, no nordeste dos Estados Unidos. Então houve uma decisão da Aeronáutica de que o voo mais seguro seria com escala em Lisboa".

Sem sentido. Figueiredo disse que a decisão só foi tomada "no dia da partida" e por isso não houve informação prévia. Indagado por que Dilma e a comitiva não pernoitaram na Embaixada do Brasil em Portugal, o chanceler afirmou que isso não faria sentido. "Não cabe uma comitiva presidencial numa embaixada, onde mora um embaixador. Não tem quartos suficientes, nem vai ter nunca", comentou ele.

Dilma e sua comitiva ocuparam 45 quartos de dois hotéis luxuosos em Lisboa, o Ritz e o Tívoli.

Auxiliares da presidente disseram ao Estado que o preço pago pela hospedagem não foi o divulgado porque, quando muitos quartos são reservados, a tarifa não é a de balcão. Segundo informações do jornal, a diária da suíte presidencial no Ritz, onde Dilma se hospedou, custa o equivalente a R$ 26,2 mil.

O Estado apurou que a notícia divulgada sobre a escala técnica em Lisboa aborreceu Dilma e criou mal-estar quando ela desembarcou em Havana, no domingo. Além de tudo, azedou o clima de otimismo deixado por ela após sua passagem pelo Fórum Econômico Mundial. Na avaliação de auxiliares da presidente, ela lançou em Davos uma segunda Carta ao Povo Brasileiro, garantindo aos empresários que o Brasil é um país com estabilidade econômica, que respeita contratos.

domingo, 26 de janeiro de 2014

TODO CUIDADO É POUCO NO SINISTRO UNIVERSO DE SEGUIDORES CRIADO PELO FACEBOOK, ONDE A QUALQUER MOMENTO UMA DENÚNCIA ANÔNIMA PODE TRANSFORMAR QUALQUER MEMBRO EM UM AUTOR DE SPAM OU "LIXO ELETRÔNICO" MESMO SEM ELE SABER.


Quando se tornou uma rede massificada o Facebook
se obrigou a ser democrático.


Minha experiencia com maior atividade no Facebook esta ensinando que todo cuidado é pouco porque você conhece pessoas mas não sabe exatamente o que se passa pela cabeça delas.

O Facebook é uma rede onde as pessoas se conhecem e se relacionam, tem de tudo e dos mais variados tipos de assuntos, de política a questão social até ponto de encontro de pessoas que ja são amigas ou que pretendem se tornar amigas.

Nesse universo as diferenças afloram e se transformam em disputas. Nas manifestações de Junho e Julho do ano passado descobri, em certos aspectos até mesmo para minha surpresa, que pessoas com as quais eu tinha algum tipo de relacionamento tinham uma visão política totalmente oposta da minha, alguns deles defenderam abertamente a volta do Regime Militar no Brasil e um deles me surpreendeu ao extremo ao colocar no Facebook uma foto de uma pessoa sendo torturada em um pau de arara onde defendeu a prática como solução para o Brasil e até me disse que queria ver eu logo também em um pau de arara.

Recentemente, a cerca de uns dez dias, todas as vezes que colocava em link deste blog com minhas análises sobre a conjuntura política do Brasil, com meu posicionamento político assumido publicamente sem mascaras, comecei a ser obrigado a colocar um código numeral. Em seguida seguidores amigos me avisaram que o Facebook estava colocando a seguinte mensagem sem que eu fosse avisado do que estava acontecendo:


Logo deduzi que isto era fruto de algum tipo de denuncia e que o Facebook estaria consultando a opinião de seus seguidores sobre meu link, mas nessa linguagem? Sinceramente isso é sim um tipo de assédio moral.

Ontem quando eu postei um link deste blog em um grupo cujo posicionamento político não era oposto ao meu recebi uma mensagem de que eles tinha feito uma denuncia de que meu link seria negativo. Porque fizeram isso se eu defendo boa parte do posicionamento político que eles defendem.

Ai sim minha ficha caiu, no Facebook o comportamento social se reproduz na mesma medida da brilhante observação do Profeta Jeremias quando escreveu: "Maldito o homem que confia no homem"....

Desabafos a parte, este texto é um alerta para todos que estão no Facebook, porque tanto a rede, no caso o próprio Facebook, quanto os seguidores da rede podem não ser tão amigos quanto parecem.