sábado, 25 de janeiro de 2014

O DESESPERO DO PARTIDO DA IMPRENSA GOLPISTA PARA CRIAR UM CLIMA DE DE INSTABILIDADE SOCIAL NESSE 25 DE JANEIRO FOI GRITANTE. O ESTADÃO CHEGOU AO CÚMULO DE CONVOCAR AS MANIFESTAÇÕES.


Estadão agora de madrugada, vale tudo pra tentar
mostrar para seus leitores que o Brasil estaria à
beira de se transformar em uma Ucrânia.

Depois do que se viu hoje, principalmente nas ruas de São Paulo, esta mais que provado que a elite que governou o Brasil por mais de quinhentos anos não vai desistir mesmo de apostar no caos e vai jogar todas suas fichas nas manifestações. Para isso conta com a ajuda de um punhado de revoltados sem causa, que todas as vezes se misturam com os movimentos sociais e partidos de esquerda, que fazem seus protestos por ideologia, transformam manifestações que deveriam ser pacificas em verdadeiros espetáculos de selvageria.

Tudo isso seria normal em qualquer democracia não fosse o desejo de criar instabilidade, nem que seja como parte de um jogo de  cena por parte dos  tradicionais jornalões brasileiros, principalmente o Estadão, hoje acompanhado de perto pela Folha e pela Rede Globo dos irmãos Marinho, além da veja (Óia lá em Piracicaba).


No entanto, ao insistirem nesta tática suicida diante de uma conjuntura cada vez mais desfavorável, no intuito de tentar criar um clima a lá Ucrânia atualmente, na esperança de pelo menos tentar colocar o maior número pretensos "oposicionistas" nas ruas, estes senhores da imprensa, que contam com a torcida enrustida de seus parceiros de sempre capitaneados pelo por seus amigos tucanos, se esquecem  que o Brasil é o pais do futebol, que mesmo quando a desigualdade social era muito maior no tempo dos governos que o Partido da Imprensa Golpista, o PIG, apoiava veladamente, os brasileiro sempre comemoraram as copas do mundo com muito entusiasmo, mesmo naqueles tempos em que para nossa tristeza, se esqueciam momentaneamente do desemprego e falta de perspectiva de dias felizes.


Querer insuflar um clima negativo em meio a um momento de festa popular quando a Copa do Mundo de Futebol será realizada no Brasil, para mim não passa de uma terrível burrice.


Obviamente que as coisas não são ainda um mar de rosas no Brasil, mas a insistência dessas elites e seus aliados na mídia chegou ao cúmulo e certamente o povo ordeiro, que trabalha todos os dias para o ganho de seus sustento, independente do seguimento social, se mais abastado ou não, ja está como se diz no popular, de  "saco cheio" com as cenas de violência que se seguem a estas manifestações e consequentemente percebendo o superdimensionamento dado a elas pela "mídia nativa".


Muito provavelmente, se estas manifestações não tivessem tanta violência além de terem sido mostradas, como hoje fez o Estadão, com tanto exagero, hoje teríamos mais pessoas nas ruas.


Ao noticiar as manifestações com um clima criado falsamente para impressionar o PIG esta, nada mais nada menos, que se igualando na forma de agir, aos "black blocks" e demais baderneiros, portanto cada vez mais em descredito com a opinião pública, que certamente na sua imensa maioria vai repudiar isso a cada dia que se aproximarmos da Copa porque chamar de descontentamento popular das massas o que o PIG mostrou hoje, sinceramente, é de uma ingenuidade incomparável.



Flávio Luiz Sartori





sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

ENQUANTO O PRÓXIMO TEXTO NÃO É POSTADO, MÚSICA COM CRANBERRIES, SE INSPIRANDO NA VIOLÊNCIA QUE DOMINOU A IRLANDA POR MUITO TEMPO PARA DAR UM GRITO DE PAZ, QUE É O QUE TODOS NÓS QUEREMOS POR MAIS DIFÍCIL QUE PAREÇA...


Nossa civilização caminha para uma realidade onde
a violência e o autoritarismo não terão mais
espaços simplesmente porque não serão
aceitos pelas pessoas.

The Cranberries é uma banda de rock alternativo irlandesa que ganhou notoriedade durante a década de 1990, vendendo mais de 14,5 milhões de álbuns nos Estados Unidos. A banda encerrou suas atividades temporariamente em 2003, porém retornou aos palcos em novembro de 2009 numa turnê pela América do Norte, e no ano seguinte pela América do Sul e Europa.





Até daqui a pouco.       Flávio

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

AÇÃO DA POLÍCIA CIVIL NESTA TARDE (23/01/2014) NA CRACOLÂNDIA EM SÃO PAULO FOI COMPLETAMENTE DESPROPORCIONAL E MOSTROU QUE O PSDB ESTA PERDENDO CALMA. MAIS UMA VEZ “PASSOU RECIBO” DE FRAQUEZA. CADA VEZ MAIS OS TUCANOS APOSTAM NA RADICALIZAÇÃO PARA TENTAR SE SALVAR.


Participantes do Programa Braços Abertos da Prefeitura de São Paulo
fazem uma oração antes de inciarem o trabalho como parte da
tentativa de recuperar eles para o convívio normal na 
sociedade. Violência por parte do estado, nesse caso,
é a pior situação.

Exatamente no momento em que a Prefeitura de São Paulo implanta a operação Braços Abertos, que tenta tirar os viciados da cracolândia do centro de São Paulo, através de medidas de conscientização e bom senso, encaminhando eles para o tratamento e também para atividades de trabalho envolvendo, principalmente as áreas de saúde e assistência social da Prefeitura de São Paulo, a Polícia Civil de São Paulo, sem nenhum tipo de comunicado para a municipalidade de São Paulo e até mesmo para a Polícia Militar, fez uso de uma ação violenta, como as que observamos no ano passado durante as manifestações contra o aumento das tarifas de transporte urbano, de maneira extremamente desproporcional para o que seria a prisão de umas poucas pessoas acusadas de tráfico.

O Prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, obviamente e como não poderia deixar de ser, criticou a operação classificando ela de desnecessária ao dizer que, “o que nos cabe neste momento é manifestar essa indignação”.

Em todo processo político temos momentos de altos e baixos para os governantes, principalmente no que diz respeito a popularidade. Se o PSDB estiver em baixa com a maioria dos eleitores de São Paulo no início de Outubro deste ano, nada salvará o partido da derrota e inapelavelmente o próximo governador virá da oposição.

Nós, cidadãos não temos culpa, mesmo que em certa medida, pesem as críticas, nem a oposição, principalmente o PT.

Se o PSDB não compreender isso e continuar com a política de confronto vai perder e mais feio ainda.

O radicalismo, apesar de se expressar de forma mais evidente e parecer ser maior catalisador em um primeiro momento, sempre na maioria das situações não convence a maioria da opinião pública.

Hoje, principalmente nos grandes centros urbanos do Brasil, qualquer pessoa, mesmo as mais abastadas financeiramente, conhece alguém que tem um viciado em crack na família ou na vizinhança, eu mesmo posso indicar facilmente três pessoas viciadas próximas da minha casa, uma dessas pessoas é um excelente profissional em sua área de trabalho e tem uma esposa com um filho recém nascido. Ficou internado um tempo e depois voltou, por uns dias parecia que estava curado, mas logo voltou para o vício e hoje está novamente internado longe da sua esposa e de seu filhinho, todos sofrem, principalmente a família e até mesmo as pessoas próximas.

Se o Governo de São Paulo, a Secretaria de Segurança e até mesmo os policiais não tiverem tato para enfrentar esta situação agindo forma agressiva quando algo que tem o humanismo como referência esta sendo feito, certamente que a opinião pública não vai apoiar.

Isso envolve sim uma política de governo e o PSDB e aliados devem saber muito bem disso...


Flávio Luiz Sartori

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

DIRETO DO "TIJOLAÇO" POR FERNANDO BRITO NESTE 22 DE JANEIRO EM QUE LEONEL BRIZOLA FARIA 94 ANOS, A VERDADEIRA HISTÓRIA DA RESISTÊNCIA LEGALISTA CONTRA A POSSE DE JOÃO GOULART EM 1961.


Cumprimos com nosso dever, não fizemos uma revolução,
apenas assumimos uma atitude de inabalável resistência.
Leonel Brizola

Poucos sabem como se deu de fato a resistência legalista contra a direita que queria impedir a posse de João Goulart em 1961 quando da renuncia de Jânio Quadros. Leonel Brizola escreveu o mais importante capitulo desta parte da história do Brasil.

Quando observamos hoje a direita desesperada querendo dar de novo o golpe e resistimos ao império da mentira e da manipulação dos irmãos Marinho tem sim um pouco de Leonel Brizola e João Goulart em cada um de nós, se duvidarem disso, por favor perguntem a nossa Presidenta Dilma Roussef se ela concorda ou não com isso.

Texto original no Tijolaço: http://tijolaco.com.br/blog/?p=12942

Parte 1




Parte 2



Flávio Luiz Sartori


segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

ENTREVISTA DA EMPRESÁRIA LUÍZA TRAJANO DO MAGAZINE LUÍZA NO PROGRAMA MANHATTAN CONNECTION DA GLOBO NEWS FOI UMA ESTUPENDA AULA DE ANTI JORNALISMO, COMO MUITO BEM DEFINIU O JORNALISTA PAULO NOGUEIRA. EXCETO PELA EDUCAÇÃO E CONHECIMENTO DO TEMA DEMONSTRADO PELA ENTREVISTADA QUE, ALIÁS, "DEU UM BANHO NOS ENTREVISTADORES".


A empresária Luiza Trajano, mesmo diante da deselegância
e falta de educação de seus entrevistadores, manteve
a calma e a educação literalmente "tirou eles de letra".

Na última sexta feira alertei no final do texto AO ATACAR KASSAB O PARTIDO DA IMPRENSA GOLPISTA APENAS “PASSOU RECIBO” DE SUA PRÓPRIA FRAGILIDADE COMO FORMADOR DE OPINIÃO, ASSIM COMO TAMBÉM DO SEGMENTO POLÍTICO QUE APOIA, OU SEJA, O PSDB DE SÃO PAULO E ALIADOS, repercutido e muito bem repaginado no Viomundo por Luiz Carlos Azenha no link http://www.viomundo.com.br/denuncias/sartori-denuncia-contra-candidato-kassab-mostra-psdb-fragil.html, que o importante setor do empresariado brasileiro, do comercio e logistas deveriam tomar cuidado com o domínio de uma ditadura ditadura midiática de umas poucas empresas aliadas historicamente sempre a mesmos partidos políticos exatamente porque isso não combina com a democracia plena, principalmente porque a qualquer momento pode se tornar um instrumento de injustiça a serviço de um setor da classe política que não aceitando a perda de espaço e poder, pode sim lançar mão de um jornalismo irracional, principalmente através de seus de seus aliados na mídia.

Não demorou muito e eis que no último domingo no Programa Manhattan Connection da Globo News pudemos presenciar a tentativa de manipulação de dados da economia brasileira referentes ao comércio varejista na entrevista da empresária Luiza Trajano, dona da terceira maior rede de varejo do Brasil, a Magazine Luiza, que na contramão de seus entrevistadores destacou os índices bastante positivos para o setor. A empresária foi mais longe ainda ao salientar que esta foi a "década do varejo" e que 2013 registrou o menor índice de inadimplência já visto, com um crescimento anual de 5,9% e consequente geração de empregos no segmento do comércio.

O jornalista Paulo Nogueira, fundador e diretor editorial do site de notícias e análises Diário do Centro do Mundo, que também foi ex diretor da revista Exame e da Editora Globo, definiu muito bem o que aconteceu no Manhattan Connection:


O tema discutido é o varejo brasileiro. Uma “crise” assola o varejo, segundo o programa. Diogo Mainardi tem dados apavorantes, que ele transmite com a euforia dos que torcem sempre pelo naufrágio. A inadimplência subiu pelo segundo ano consecutivo, segundo ele. O horror está aí. Ele quer saber quando Luiza vai vender sua rede para a Amazon.

Calmamente, ela corrige Mainardi. A inadimplência caiu no varejo. As vendas cresceram mais de 5% em 2013. São “estatísticas” que ela se prontifica a passar para Mainardi. Ele, claro, recusa. “Me poupe”, diz.


Este é o jornalismo de Mainardi. Desprezo pelos fatos, pelas estatísticas e um formidável blablablá catastrofista. O catastrofismo, de resto, está grudado no jornalismo econômico brasileiro.


Má notícia é boa notícia, esta a lógica. As coisas se complicam quando você, como Mainardi, torce os fatos para chegar à má notícia. Num mundo jornalístico menos imperfeito, Mainardi seria severamente repreendido.


Mas alguém imagina isso acontecendo?


Pessoas como Mainardi têm passe livre para dizer as bobagens que quiserem, desde que batam no PT. Outro caso notável, aí, é o do ‘historiador’ Marco Antônio Villa. Apesar de sistematicamente cometer erros grosseiros de avaliação, Villa é um personagem ubíquo na mídia brasileira. Ele só será cobrado se um dia elogiar Lula ou Dilma.


No Manhattan Connection, os amigos ajudam Mainardi, como você pode perceber no vídeo. Ficamos sabendo pelo apresentador Lucas Mendes que quem decretara a crise no varejo brasileiro, uma semana antes, fora Caio Blinder, apoiado sabe-se lá em quê. Blinder aparece no vídeo e não está nem um pouco vexado por informar erroneamente seus espectadores. Não se desculpa, não se explica.

Está risonho como se tivesse dado o furo de que o homem pisou na lua.

O próprio Lucas Mendes, enquanto está fora do ar, faz uma pesquisa improvisada e diz sobre as visões opostas de Luiza e Mainardi: “Acho que a Luiza está certa.”


Ele acha. Isso sugere que ele considerava a possibilidade de que Mainardi, com seu conhecimento enciclopédico, é que estivesse certo.


Penso como é quando não existe alguém como Luiza para corrigir as barbaridades da turma do Manhattan Connection.


Pobres espectadores.



PARA COMBATER O CRACK NÃO EXISTE OUTRA SAÍDA, SÓ MESMO UMA SEGUNDA CHANCE DE SER TRATADO COMO SER HUMANO E TER A AUTO ESTIMA COMO PRIORIDADE.


Tenho uma pessoa conhecida que caiu no vício do crack, um rapaz trabalhador , excelente profissional, dos melhores na industria da construção civil, pai de família. Ficou uns tempos em tratamento voltou e dois meses depois lá estava ele de novo escravo crack, quando esta consumindo a droga se transforma em outra pessoa.

Não vejo outra saída para ele, a não ser ter outra chance, como esta acontecendo em São Paulo.



Flávio Luiz Sartori