quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

DESMINTO CATEGORICAMENTE O VICE PRESIDENTE DO PSB, DEPUTADO FEDERAL BETO ALBUQUERQUE (RS). EU SOU UM CIDADÃO QUE TEM LADO POLÍTICO, NÃO FAÇO PARTE DE NENHUM GOVERNO, DEFENDO O GOVERNO DILMA POR CONVICÇÃO E NADA MAIS...

Os partidos que hoje militam no campo da oposição não conseguem "enxergar 
um palmo na frente do nariz". O PT que ja era um partido de militância
aguerrida antes de chegar ao poder em 2002, hoje é responsável por
um governo que tem como resultado a ascensão social de milhões de
brasileiros que estão todos os dias na internet nas redes sociais se juntando 
a militância do PT, PC do B e PDT na defesa de suas conquistas.
Não fazemos isso por dinheiro, fazemos pela defesa de 
nossas conquistas.

O Vice Presidente do PSB, Deputado Federal Beto Albuquerque (RS) disse que o Partido dos Trabalhadores tem um exército que seria contratado para atacar os adversários.

Mentira. Não é de hoje que outros partidos se utilizam desse tipo de falsa acusação para justificar a ausência deles em presença militante, principalmente nas redes sociais.

No Brasil, hoje, quem teria que contratar pessoas para ir as redes lançar boatos são praticamente todos partidos políticos, menos o PT, o PC do B e o PDT. Que são partidos que tem militância com ideologia definida em uma causa. Os outros partido, dentre eles o PSB, não tem militância convicta, precisam contratar pessoas para cumprir este papel.

Hoje praticamente todas as pesquisas mostram que o PT oscila de 25% a 30% de popularidade no eleitorado, mesmo com o bombardeio direto da mídia.

Eu mesmo, nem filiado ao Partido dos Trabalhadores sou, apenas tenho minhas convicções políticas e defendo elas com afinco, não faço parte de nenhum governo, pago minha internet com meus próprios recursos e mantenho este blog por convicção.

Defendo o Governo Dilma e o ex presidente Lula por uma questão muito simples, apenas me lembro de como era o Brasil antes de 2002 e comparo com o momento atual. Me lembro da luta que era para conseguir um emprego, da miséria sem solução e me coloco ao lado da maioria dos brasileiros.

Por isso luto pela reeleição da Presidenta Dilma Roussef com muito orgulho. 


Flávio Luiz Sartori

quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

MÚSICA ATÉ O PRÓXIMO TEXTO: CHICO BUARQUE - OLHOS NOS OLHOS....


Eu sempre digo: Não se faz mais canções românticas para valer, daquelas que mexem o coração.....



Até daqui a pouco.....

Flávio

DIRETO DO OBSERVATÓRIO DA IMPRENSA LUCIANO MARTINS COSTA MOSTRA, DE MANEIRA MAGISTRAL, COMO A IMPRENSA BRASILEIRA FUNCIONA COMO UM PARTIDO DE OPOSIÇÃO QUE EM MUITOS ASPECTOS SE ASSEMELHA AO "TEA PARTY" AMERICANO.


O "Tea Party" mobiliza milhões de americanos com seu discurso e 
prática reacionários. Aqui no Brasil isso não esta sendo feito por 
um movimento político, mas pela mídia através da Rede Globo, 
Folha, Estadão, Veja e também a Band dentre outros, com noticias 
que criam um falso caos de governabilidade no Brasil e magnetizam 
também milhares de brasileiros que ainda não conseguiram 
compreender a importância dos avanços sociais 
que estão acontecendo nos últimos anos.

Amar o jornalismo, criticar a imprensa
Por Luciano Martins Costa do Observatório da Imprensa via Viomundo.

A imprensa brasileira funciona como um partido de oposição, mais eficiente, estruturado, coeso e determinado do que as agremiações políticas oficiais.

Mas não se trata de um partido de oposição à aliança que governa o Brasil desde 2003: é uma organização política que em muitos aspectos se assemelha ao "Tea Party" americano, ou seja, um sistema estruturante do pensamento mais conservador que frequenta o espaço público.

Se o governo federal estivesse nas mãos do PSDB, e este atuasse como um partido socialdemocrata nos moldes europeus, a imprensa teria uma atitude semelhante, de oposição.

As evidências do comportamento enviesado da mídia tradicional, aquela que domina a agenda institucional e serve à indústria cultural, são muitas e foram consolidadas paralelamente a um processo de empobrecimento da atividade jornalística nas últimas décadas.

O processo é longo, foi marcado por disputas cruentas no interior das redações no período imediatamente posterior à redemocratização, e afinal vencido pelo conservadorismo no início deste século.

O fato de o Partido dos Trabalhadores ter alcançado o poder federal na mesma época é daquelas ironias da história observadas pelo historiador Isaac Deutscher ao analisar o comunismo dos anos 1960.

A controvérsia em torno desse comportamento da imprensa se sustenta precariamente no fato de que a maioria dos analistas se prende à relação entre os principais veículos de informação e o núcleo de poder ligado ao ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva.

Um operário na Presidência significou, para as famílias que ainda controlam as empresas de comunicação, uma ofensa tão grande quanto tem sido, para a elite conservadora dos Estados Unidos, a ascensão de um negro ao cargo mais alto daquela nação.

Essa relação de ódio e negação se estende por tudo que estiver ligado a esse evento histórico: o fato de a democracia brasileira ter evoluído ao ponto de eleger presidente um operário com pouca educação formal.

Não é o PT que a imprensa odeia e despreza: é o processo democrático, que permitiu essa "aberração".

Não por acaso, os leitores típicos dos jornais e de publicações como Veja e Época manifestam costumeiramente sua baixa apreciação pelo "povo" e sua capacidade de discernimento, como se pode observar nas seções de cartas e comentários.

Jornalismo em crise

Criticar a imprensa, denunciando o jornalismo partidário, é na verdade uma demonstração de respeito ao jornalismo e à imprensa, como ela deveria ser.

Defender a imprensa como ela é e conformar-se com o jornalismo de quinta categoria que tem sido imposto aos brasileiros, de forma geral, é sintoma de alienação, ou, pior, recurso de malabarismo intelectual para preservar a reputação sem cair no index do sistema da mídia.

Louve-se: é preciso muito jogo de cintura para salvar a ficção da objetividade sem ter as portas fechadas pelas redações.

No entanto, chegamos ao ponto em que não há subterfúgios, pois a escolha da imprensa hegemônica está destruindo o jornalismo de qualidade no Brasil.

Concretamente, o jornalismo brasileiro é pior, hoje, do que há vinte anos?

A resposta é: sim, piorou não apenas a qualidade do jornalismo no Brasil, mas também a qualificação dos jornalistas, de modo geral, e a própria noção do valor social da atividade jornalística.

Uma pesquisa coordenada pela professora Roseli Fígaro na USP constatou essa realidade (ver resenha do livro aqui): o jornalismo brasileiro está imerso em profunda crise.

Um artigo publicado na quinta-feira (02/01) pela Agência Fapesp (ver aqui) atualiza alguns aspectos desse estudo.

O texto afirma explicitamente que "os produtos jornalísticos impressos, televisivos ou radiofônicos são feitos de maneira completamente diferente do que há cerca de vinte anos".

A mudança foi para pior, segundo a pesquisa, provocada principalmente por uma reestruturação produtiva nas redações, com o aumento do número de jornalistas sem registro profissional e o afastamento dos profissionais mais experientes.

A desconstrução do jornalismo foi feita pedra por pedra, e não é apenas fenômeno causado pelas novas tecnologias de comunicação, mas por uma escolha estratégica das empresas.

Trata-se de um processo que corre paralelo ao projeto conservador de poder, que, não podendo eventualmente ser realizado pelas vias partidárias, porque o eleitorado parece rejeitar suas propostas, passa a atuar pelo sistema da mídia.

Simples assim.

terça-feira, 7 de janeiro de 2014

ENQUANTO NÃO VEM O PRÓXIMO TEXTO, MÚSICA DE QUALIDADE: U2 ONE


Está melhorando?
Ou você ainda sente a mesma coisa?
As coisas vão ficar mais fáceis para você agora
Agora que você tem alguém para culpar?




segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

DIRETO DO SITE PLANTÃO BRASIL: REDE GLOBO MANIPULOU TRADUÇÃO DE PESQUISA REALIZADA POR PESQUISADORES INGLESES PARA TENTAR CULPAR O BOLSA FAMÍLIA PELO CRESCIMENTO DA OBESIDADE NO BRASIL.



No final do século passado a mídia popularizou a
figura do "homem gabirú" com estatura padrão de
até 1,35 metros de altura, que nada mais era que o
resultado de uma alimentação ruim decorrente
da miséria reinante no Brasil desde a sua
formação como nação em quinhentos
anos de existência.


Estudo faz elogios ao programa do Governo Federal e em nenhum momento o cita como razão para obesidade.

Por indicação de José Brasílio Gnecco.

O texto, em tradução resumida, diz que "essas transferências [de renda ou de alimentos], quando suficientemente grandes, podem fazer considerável diferença para o bem-estar, bem como para a nutrição de pessoas de baixa renda. México teve talvez o exemplo mais conhecido de um esquema de transferência condicional, Oportunidades, desde os anos 1990, com ganhos nutricionais significativos. O Brasil possui um esquema semelhante, o Bolsa Família, desde 2003, que também tem recebido grande admiração por Melhorar o bem-estar de pessoas com baixos rendimentos - chegando a nada menos que 12 milhões de famílias"

Não há qualquer menção de que o Bolsa Família contribua para a obesidade no Brasil. Pelo contrário, há apenas elogios na única citação que é feita do programa do governo federal.

A crítica é da Globo e se dá pelo fato de que o Bolsa Família oferece dinheiro em vez de comida e, com isso, as famílias necessitadas podem escolher o que comer.

Talvez na cabeça dos jornalistas do PiG, correto seria dar cestas básicas e tirar o direito de escolha das famílias mais pobres. Afinal, pobre não pode escolher o que comer, né?

A Globo manipula mas a gente desmascara!

Leiam a matéria completa no http://plantaobrasil.com.br/news.asp?nID=74878

domingo, 5 de janeiro de 2014

CONVOCAÇÃO DE MANIFESTAÇÕES CONTRA O PT, LULA E O GOVERNO DILMA POR DEMÉTRIO MAGNOLI VIRA PIADA NA INTERNET...


Piadas à parte, esses são os seguidores que, na realidade, 
Demétrio Magnóli esta arregimentando pelo Brasil afora.

Vai pra rua, Magnoli!

Domingo, 05/01/2014  Direto do Luis Nassif Online por Paulino Senra via Facebook


A RUA, DEMÉTRIO MAGNOLI E EU...

Outro dia, o articulista Demétrio Magnoli, hoje no jornal Folha de São Paulo (e na Globo), convidou "as pessoas" a irem para a rua em 2014. O intelectual quer porque quer tirar o Partido dos Trabalhadores do poder -- o que, digo logo, é legítimo. Eu nunca fui às ruas protestar contra o que quer que tenha passado. Sou o que alguns sociólogos antigos classificavam de "brasileiro cordial" -- seja lá o que a expressão signifique. Mas as palavras do Demétrio -- ou ele é chamado Magnoli pelos pares? -- acordaram o homem das ruas que dormitava preguiçosamente em mim.

Conte comigo, Demétrio -- ou ele é chamado Magnoli pelos pares? Já comprei uma sapatilha daquelas usadas pelos papas para não ferir meus pés quando chegar a hora certa -- "... tic-tac, tic-tac, você sabia que o Demétrio -- ou Magnoli? -- é um douto agitador das massas ignaras?

Porém, ai porém, falta uma coisa, Demétrio -- ou Magnoli?: me avise quando você for para as ruas e em que ruas você vai gritar os seus gritos de alerta. Quero estar do seu lado, para aprender a protestar e a me comportar na rua sem parecer um tipo deslocado.

Viva a Democracia. 

E la nave, va.

Vai pra rua você, Demétrio -- ou será Magnoli?