sábado, 1 de março de 2014

DIREITA NAZISTA FASCISTA ASSUME O CONTROLE DE KIEV, CAPITAL DA UCRÂNIA. ESTA COMPROVADO, EUA FINANCIAM MANIFESTAÇÕES E MILITANTES DE DIREITA PARA DESESTABILIZAR GOVERNOS DEMOCRÁTICOS QUE NÃO SEGUEM A "CARTILHA DO TIO SAM".


Em 29 e 30 de setembro de 1941, 92.771 civis ucranianos judeus 
foram levados a Babi Yar e assassinados coletivamente, 
num dos maiores massacres de massa da história. 
Nos meses que seguiram, milhares de outros 
judeus e não-judeus russos foram capturados, trazidos 
à ravina e fuzilados, num total de cerca de 100.000 mortos.

Direto do G1, isso mesmo do G1

A máscara caiu em Kiev, agora vamos ver como os apoiadores das manifestações de Kiev, vão se explicar perante a opinião pública diante da realidade que esta sendo revelada nas últimas horas.


Sem polícia em Kiev, grupos patrulham ruas com bastões, diz BBC
Homens armados se dizem de extrema-direita; outros usam tarja nazista.

As ruas da capital da Ucrânia, Kiev amanheceram neste sábado (1) sem policiais, segundo o site da TV britânica BBC. Com o desaparecimento das tropas do governo, grupos de homens armados passaram a patrulhar as ruas e a praça principal de Kiev, palco de diversos protestos e ainda ocupada por centenas de pessoas.


Alguns dos grupos de auto-defesa usam nos braços tarjas amarelas com o símbolo da divisão alemã SS, um dos principais exércitos do governo nazista. Outros manuseiam escudos improvisados, bastões, tacos e armas de mão para proteger locais onde se reúnem e se dizem "de extrema-direita".

Um dos gupos ouvidos pela BBC disse que luta por temas "nacionais socialistas" e que é ligada à extrema direita. "Nossa revolução é para proteger nosso país contra grupos étnicos que controlam parte dos negócios e da economia" ucraniana, disse o líder de outro grupo.


A ausência de policiais nas ruas de Kiev ocorre após o Senado da Rússia aprovar neste sábado, por unanimidade e em sessão extraordinária, o pedido do presidente Vladimir Putin para que as forças armadas russas sejam enviadas à região ucraniana da Crimeia. O objetivo do envio das tropas seria "normalizar" a situação, em meio às crescentes tensões separatistas na região ucraniana de maioria russa, acirradas após a destituição, pelo Parlamento ucraniano, do presidente pró-russo Viktor Yanukovich.

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