quarta-feira, 17 de agosto de 2011

ELVIS CONTINUA EM NOSSOS CORAÇÕES 34 ANOS APÓS SUA MORTE.







Curtam, é bom demais.....

Flávio


terça-feira, 16 de agosto de 2011

DIRETO DO CONVERSA AFIADA DO PAULO HENRIQUE AMORIM: Ministro da Agricultura refuta Veja e Folha (*)




Conversa Afiada recebeu o seguinte e-mail: 

Caro Paulo Henrique,

Encaminho a nota à imprensa divulgada no sábado, quando a revista ‘Veja’ saiu com a capa “Pragas da Corrupção”, apontando supostos crimes cometidos pelo ministro Wagner Rossi.

Na nota, o ministro responde às acusações veiculadas pela revista da editora Abril e informa que nenhuma de suas respostas aos questionamentos de Veja foram publicadas na revista.

Em tempo: a fonte de Veja é a mesma que aparece nesta terça-feira, 16 de agosto, na manchete da Folha de S.Paulo.

O funcionário Israel Leonardo Batista, ex-presidente da Comissão de Licitação do Ministério da Agricultura, responde a processo administrativo disciplinar e terá oportunidade de prestar esclarecimentos nas investigações que estão sendo conduzidas pela Controladoria Geral da União e Advocacia Geral da União.

Eis a nota:

“NOTA À IMPRENSA


Sábado, 13 de agosto de 2011


Na quinta-feira e sexta-feira, repórteres da revista Veja encaminharam perguntas, cobrando explicações sobre meu patrimônio pessoal, listando supostas irregularidades em empresas estatais em que fui diretor, como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e a Companhia Docas de São Paulo (Codesp), além questionar uma licitação no Ministério da Agricultura.


Encaminhei as respostas que estão transcritas abaixo. Todas as perguntas enviadas a mim na quinta-feira foram respondidas em menos de 24 horas. Nada, porém, foi aproveitado por repórteres e editores. Agora, pela terceira semana consecutiva, sou obrigado a me explicar.


A informação de que eu teria pedido “propina” de R$ 2 milhões numa licitação, cujo contrato para a prestação de serviços era de R$ 2,9 milhões, fere a lógica e o bom-senso. Pior. É lançada sem qualquer prova ou indício de materialidade. Nem o valor da licitação, que foi anulada por erro de quem estaria fazendo as denúncias agora, é destacado pela revista. Os repórteres baseiam-se na declaração de um funcionário que perdeu a função pública por uma ilegalidade cometida e admitida por ele mesmo.


Mas a lógica não parece nortear os diretores de jornalismo da editora Abril.


Ouvir o outro lado, um princípio basilar do jornalismo, não existe para a revista Veja. Essa é mais uma campanha orquestrada com interesses políticos. Não querem apenas desconstruir minha credibilidade ou acabar com minha imagem, mas destruir a aliança política vitoriosa nas urnas em outubro do ano passado. As acusações são levianas.


Isso não é jornalismo. É assassinato de reputação.


Vou pedir à Justiça o direito de resposta”.


O restante das nota pode ser lido aqui:

http://www.agricultura.gov.br/comunicacao/noticias/2011/08/wagner-rossi-rebate-acusacoes-de-veja



Atenciosamente,


Olímpio Cruz Neto

Assessoria de Comunicação Social

Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento



(*) Folha é um jornal que não se deve deixar a avó ler, porque publica palavrões. Além disso, Folha é aquele jornal que entrevista Daniel Dantas DEPOIS de condenado e pergunta o que ele achou da investigação; da “ditabranda”; da ficha falsa da Dilma; que veste FHC com o manto de “bom caráter”, porque, depois de 18 anos, reconheceu um filho; que matou o Tuma e depois o ressuscitou; e que é o que é,  porque o dono é o que é; nos anos militares, a Folha emprestava carros de reportagem aos torturadores.

DIRETO DO JORNAL "O TEMPO" E DO "VI O MUNDO": O PAI QUE MATOU A FILHA PARA NÃO PAGAR PENSÃO




Paternagem, paternidade biológico e social: construtos sócioculturais
Por Fátima Oliveira
Há pai de todo tipo, tanto biológico quanto social. Dos que não valem um "derréis" aos que valem mais que o bamburro da pepita Canãa (Serra Pelada: 60,8 kg, 1983, a maior do Brasil) ou da maior do mundo, a pepita Holtermann (1872). É que pai que "paterna" é tão valioso que não tem preço, logo não há o que pague.

O significado de um pai que não tem preço está na paternagem que sua prole retém na memória. Pai que não fica como um conforto mental passou pela paternidade como um padecimento... Tais elucubrações filosóficas brotaram ao ler que Genoir Luís Bortoloso, 47, confessou que matou a filha Ketlin Bortoloso, 18, estudante de educação física, em Gaurama (RS), no último dia 11, segundo ele para "resolver a situação" - não pagar pensão e abocanhar um seguro de R$ 200 mil que o beneficiava!

O pistoleiro Jair Rivelino Satornino, contratado por R$ 10 mil, R$ 500 de entrada, alega que seu revólver travou após o segundo tiro e o pai disparou mais quatro tiros em Ketlin! Foi a segunda tentativa de assassinato, a mando do pai, que há dois anos "teria contratado o mesmo pistoleiro, dizendo que ela era uma ‘namorada’ que o traía, que disparou em Ketlin e no irmão, na saída da escola, mas os tiros só a feriram na perna e no abdome. Era um caso sem solução até a prisão de Genoir".

Falam que a atual mulher de Genoir "não se dava bem com a garota e ameaçara separar-se". O delegado Olinto Gimenes declarou: "O valor da pensão alimentícia estaria causando dificuldades para o casal; e Genoir chegou a ser preso quatro vezes por falta de pagamento". Matou a filha e ainda foi ao velório, onde foi preso e confessou o crime.

O abominável fato nos encaminha para o pensar e pensar...

Uma amiga vive como condenada a trabalhos forçados para sustentar a filharada no padrão classe média. O pai não paga pensão. Indaguei por que não recorria à Justiça. Disse-me que preferia assim, pois obrigado a pagar pensão, teria direito de conviver com as crianças. Ela intuía que quem nega pensão aos filhos não tem caráter e pode abusar deles sexualmente, para se vingar da mãe e até matá-los, para "resolver a situação"...

Disse-lhe que sua atitude era de alienação parental [Lei de Alienação Parental (nº 12.318-10)]; desconhecia relações incestuosas tendo como base o ódio contra a mãe; e no Brasil não havia casos de pai que matou filho ou filha para não pagar a pensão...

Não havia. Agora há! O que remete à Justiça novas questões: não descartar a hipótese de alto potencial ofensivo daqueles que usam de todos os ardis possíveis e imagináveis para negar a paternidade, o que nega à criança o direito de saber a sua origem - um crime diante da alegação de paternidade - e só a assume por força da lei e/ou dá demonstrações de que a pensão de alimentos da prole é um estorvo, quando tem meios de supri-la.

Logo, cabe à Justiça tratá-lo de modo condizente na concessão de benefícios de convivência: visitas assistidas, no máximo! É a minha nova opinião em casos assim, pois a Justiça obriga a pagar pensão, mas amar jamais! Conviver é um direito, e não uma obrigação. É um erro impor convivência a quem não luta por ela em palavras e atos! Nada a ver com alienação parental, apenas proteção da vida de pensionistas de alimentos.

Talvez Isabella de Oliveira Nardoni, morta em 29.3.2008, e Joanna Cardoso Marcenal Marins, morta em 13.8.2010, foram eliminadas por falta de tais cuidados. É uma hipótese não descartável que urge ser debatida.