sábado, 16 de outubro de 2010

PIG USA SEUS ÚLTIMOS CARTUCHOS CONTRA DILMA ROUSSEF: VEJA (A FINA FLOR DO FACISMO) E ÉPOCA (CRIADA PARA REFORÇAR O PIG) TRAZEM ATAQUES A CANDIDATA DO PT. QUANTO AO PAULO PRETO/ALOISIO/SERRA, NADA A DECLARAR.

O PIG e Serra não vão desistir até o último momento, vão atacar Dilma Roussef com tudo que puderem, sabem que se Serra perder acabou a festa de uma vez para eles.
Por isso mesmo, Follha, Estadão, Veja e Globo (dos filhos do Roberto Marinho que não tem nome) vão tentar impedir que o Presidente Lula eleja sua sucessora até o último momento, digo sábado, dia 30 de Outubro, quando ainda poderá aparecer algum membro do Governo Lula ou alguém próximo a Dilma Roussef em uma uma foto, mesmo que seja montada, associado a um pacote de milhares de Reais no último Jornal Nacional antes da votação e podem ter certeza, ainda mais quando se tem na área alguém como Ali Kamel disposto a tudo para cumprir a missão delegada pelo filhos do Roberto Marinho sob inspiração de FHC.

Neste penúltimo final de semana antes do dia da votação, tanto Veja quanto Época tentam ainda forçar a barra com reportagens de denúncias contra Dilma Roussef para ver se conseguem convencer eleitores a não votarem em Dilma diante de um quadro em que, mesmo depois dos incessantes ataques da campanha de Serra ajudados pelo PIG durante a semana que passou, Serra não conseguiu subir sequer um pontinho nas intenções de votos até mesmo na pesquisa do Datofolha.

Vergonha, vergonha, e tem membro da justiça eleitoral que ainda tem a "cara de pau" de  tentar pressionar a TV Record e o Conversa Afiada do Paulo Henrique Amorim com ameaças de processo, enquanto o Brasil e nós assistimos o destempero desesperado do PIG contra Dilma Roussef .

Novamente, digo vergonha, vergonha....

Flávio Luiz Sartori - flavioluiz.sartori@gmail.com

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

DIRETO DO TERRA: UNE anuncia campanha pró-Dilma e critica política do PSDB


O presidente da União Nacional dos Estudantes (UNE), Augusto Chagas, atribui a "polarização do segundo turno" à decisão da entidade de declarar voto à petista Dilma Rousseff, posição também adotada pela União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (UBES). As organizações, que na primeira etapa da corrida presidencial afirmaram que não apoiariam um determinado candidato em respeito à "pluralidade" de seus integrantes, criticaram, em notas individuais, o que entendem como viés "privatista" e "neoliberal" representado pelo tucano José Serra.


Em ambas as notas, os estudantes são "convocados" a participar do processo.


- No ambiente de polarização que se configura na atual quadra política, é fundamental que essa geração tome posição e derrote o setor conservador representado na candidatura de José Serra - diz o texto assinado pela UNE. Já a UBES evoca os "caras-pintadas", que entraram em cena durante o impeachment do ex-presidente Fernando Collor.


- E é por isso que a histórica União Brasileira dos Estudantes Secundaristas mais uma vez colocará os caras-pintadas nas ruas para impedir a volta da direita ao poder.


Apesar de ter afirmado, em abril passado, que não era tradição da UNE apoiar candidaturas, Chagas ressalta que o voto declarado à Dilma é uma postura coerente com o histórico da entidade.


- Num segundo turno, é mais natural que a entidade se posicione. É um momento em que as organizações sociais precisam emitir uma opinião mais concreta.
Tem a ver com oferecer para a sociedade a opinião da UNE, mostrar que ela está embasada no que sempre lutou. Se você olhar para os últimos 30 anos, desde que a UNE se reorganizou em 1979, e fizer um retrospecto das bandeiras que a entidade defende, você vai entender as razões pelas quais, num cenário de polarização como esse, a UNE se posiciona nesse momento.


Confira a entrevista


Terra Magazine - No primeiro turno, a UNE declarou se manteria de forma independente em relação ao processo eleitoral. Agora, no segundo turno, a entidade muda de posicionamento e declara apoio à candidata Dilma Rousseff (PT). Por quê?
Augusto Chagas - Nós reunimos a diretoria no último fim de semana e, diante da polarização do segundo turno, achamos que a UNE deveria se posicionar e indicar o voto à Dilma, muito nesse cenário de polarização e de comparar a trajetória dessas duas candidaturas, o que representam, os governos que poderíamos utilizar de exemplo nas práticas que, para a UNE, são questões muito valiosas, que são a característica da relação com o movimento social, das políticas educacionais, do desenvolvimento... Chegamos à conclusão de que a postura adequada para nossa entidade é indicar o voto à Dilma, por acreditar que seria ela a mais capaz de conduzir as propostas que a UNE, desde o primeiro turno, veio apresentado às diferentes candidaturas.


Em abril passado, durante entrevista a Terra Magazine, você comentou que não era uma tradição da UNE apoiar candidaturas e que houve poucas ocasiões em que vocês tomaram essa posição.
De fato, tentamos sustentar, ao longo da campanha eleitoral, a postura que, na nossa opinião, é a postura mais adequada para uma entidade como a UNE: de apresentar propostas. O primeiro turno é o momento em que uma série de candidaturas apresenta ideias diferentes para o rumo do Brasil, em que o debate se faz de maneira mais aberta. A UNE procurou interagir com o debate feito pela sociedade do ponto de vista de apresentar, para essas diferentes candidaturas, essas opiniões.
O segundo turno é um momento muito mais polarizado. É um momento em que a sociedade vai tomar uma posição concreta em relação a dois projetos que, na nossa opinião, são muito diferentes. A UNE, durante os anos Fernando Henrique Cardoso - e, hoje, a gente pode dizer que o Serra representa muito daquelas opiniões -, passou muitos anos num período de resistência intensa. Se pegarmos o cenário educacional naquela ocasião, por exemplo, veremos que nossas universidades federais viveram uma situação de estrangulamento. Um exemplo que sempre repetimos: A UFRJ, a mais importante universidade federal brasileira, teve a luz cortada em 2001, porque, por dois anos, não conseguiu custear sua conta de luz.
Foi um período em que a relação com o movimento social...e quando a gente fala da candidatura do Serra...Nesses últimos anos, por exemplo, na condução do governo de São Paulo, vimos se repetir essa relação. Você pega essas greves recentes dos professores. Tivemos oportunidade de participar de maneira direta daquelas reivindicações e vimos qual é o tratamento que é oferecido ao movimento social.
É por esse cenário de polarização e por achar que a UNE tem autoridade suficiente para se posicionar, que resolvemos indicar o voto à Dilma Rousseff no segundo turno.


A decisão da UNE de se posicionar no segundo turno tem relação com a reação apresentada por Serra nas pesquisas de intenção de voto?
Em segundos turnos, a UNE... Em 2002, a UNE chegou a tomar posição no segundo turno. Em 2006, a UNE acabou fazendo uma campanha de crítica ao que representava a campanha do Alckmin. Então, num segundo turno, é mais natural que a entidade se posicione. É um momento em que as organizações sociais precisam emitir uma opinião mais concreta.
Tem a ver com oferecer para a sociedade a opinião da UNE, mostrar que ela está embasada no que sempre lutou. Se você olhar para os últimos 30 anos, desde que a UNE se reorganizou em 1979, e fizer um retrospecto das bandeiras que a entidade defende, você vai entender as razões pelas quais, num cenário de polarização como esse, a UNE se posiciona nesse momento.


O fato de o Serra ter sido presidente da UNE não provocou um certo constrangimento?
Não deve haver constrangimento. A UNE respeita todos os dirigentes que passaram por ela. Nossa campanha não se personifica, não é contra a figura dele, mas contra as ideias e as políticas que hoje ele representa.
Serra ontem, inclusive, deu mais uma declaração infeliz em relação a UNE, numa atividade em Belo Horizonte, dizendo que a entidade hoje é pelega e que, na época dele, era uma organização que lutava, que tinha ideias. Eu diria que, na nossa opinião, na ocasião em que Serra era da UNE, ele estava do lado do povo, das ideias de transformação e que, hoje, infelizmente, a biografia que ele deve responder é a biografia de quem caminhou no sentido das ideias conservadoras, do atraso.


Como será o apoio da UNE à Dilma?
Nós demos essa primeira publicidade, que é uma publicidade mais oficial, divulgando a nossa nota. A ideia é que, já na próxima segunda-feira (18), a gente consiga transformar isso numa campanha. Achamos que tão importante quanto a UNE oficialmente se posicionar é divulgar isso para os estudantes. Pretendemos fazer uma ampla distribuição de materiais pelo Brasil e, principalmente, realizar debates em universidades. Ao longo do fim de semana, temos mais uma reunião em que pretendemos definir esse calendário, mas já há indicativos de realizarmos debates em capitais como São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Curitiba.


Tanto a nota da UNE quanto a da UBES têm um tom de convocação dos estudante. A da UBES chega a evocar os "caras-pintadas", dizendo que, mais uma vez, os colocará "nas ruas para impedir a volta da direita ao poder". O tom é esse mesmo?
Na democracia, o fundamental é que as pessoas participem e que o debate possa acontecer. Num momento de mais polarização, em que o que está em jogo são caminhos muito diferentes, na nossa opinião, achamos que é importante, de fato, que os estudantes possam se mobilizar. Com certeza esse vai ser o tom que vamos adotar nos debates nas universidades.






Terra Magazine

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

PARA QUEM ASSISTIU APENAS A REPORTAGEM "QUEBRA GALHO" DO JN DA GLOBO SOBRE A CONEXÃO PAULO PRETO/SERRA, EIS AI A REPORTAGEM DA RECORD, A CORRETA E VERDADEIRA.




Como diria Antonilson Teles de Lima: NADA CONVENCE MAIS QUE A VERDADE.


Flávio

DIRETO DO SITE LUIS NASSIF ONLINE MARINA SILVA TERIA DITO QUE "pela minha tradição, eu seria favorável a apoiar o PT"

O que aconteceu no site do Terra?



Marina: Enviado por luisnassif, qui, 14/10/2010 - 17:57
Observação

O Terra mudou a notícia. Parece que a primeira continha imprecisões. Não mudo o título do post porque senão desapareceria o endereço original. Mas fica aí a correção. No pé do post está a notícia corrigida.

Por Nilson Fernandes

Do Terra

Marina: "pela minha tradição, eu seria favorável a apoiar o PT"

ante entrevista para o Terra TV, na tarde desta quinta-feira (14), a senadora e ex-candidata à presidência da República pelo PV, Marina Silva, afirmou que por sua trajetória e carreira política estaria "mais próxima" de apoiar o PT neste segundo turno das eleições presidenciais. "Pela minha tradição eu seria mais favorável a apoiar o PT", declarou a senadora que alcançou 20% no primeiro turno e definirá seu apoio político entre os presidenciáveis José Serra (PSDB) e Dilma Rousseff (PT) no próximo dia 17.

Marina criticou a cobertura da imprensa sobre os temas relacionados ao aborto e às questões religiosas. A senadora disse ainda que, durante a disputa no primeiro turno, sentia que as perguntas que envolviam os estes assuntos eram voltadas "quase que exclusivamente" a ela. "Nos debates do primeiro turno, sentia que essas questões eram dirigidas à mim e pensava: "será que tem a ver com minha fé religiosa?'". Marina afirmou que debateu com clareza os temas ligados ao aborto e a religião. "Eu tenho a alegria de dizer que as debati e coloquei a minha posição contrária, por questões religiosas e filosóficas. Não as escondi. Espero que não tenhamos uma visão preconceito nem em relação a quem crê e nem a quem não crê", defendeu a ex-candidata.

Como o aborto tem sido a principal questão que vem pautando o segundo turno, Marina foi questionada sobre seu posicionamento em relação à opinião dos candidatos José Serra e Dilma Rousseff. "Eu não tenho condições de julgar a fé das pessoas. Se ele (Deus) não julgava, como é que eu vou julgar". Em seguida, a senadora foi questionada sobre a existência de um Estado laico no Brasil, porque o aborto não poderia ser legalizado sem a geração de polêmica. Ao responder, Marina, como vinha fazendo no período de campanha, defendeu a realização de um plebiscito popular, onde a vontade da população prevaleceria.

Por Helô Vianna

ué...

clicando no link e entrando na notícia original na página do Terra, a manchete é outra e não há o primeiro parágrafo falando da proximidade de Marina com o PT.

vejam só como está a notícia lá no Terra:

"Marina se esquiva de julgar posição de candidatos sobre aborto

Durante entrevista para o Terra TV, na tarde desta quinta-feira (14), a senadora e ex-candidata à presidência da República pelo PV, Marina Silva, criticou a cobertura da imprensa sobre os temas relacionados ao aborto e às questões religiosas. A senadora disse ainda que, durante a disputa no primeiro turno, sentia que as perguntas que envolviam estes assuntos eram voltadas "quase que exclusivamente" a ela. "Nos debates do primeiro turno, sentia que essas questões eram dirigidas à mim e pensava: "será que tem a ver com minha fé religiosa?'".

Marina afirmou que debateu com clareza as questões sobre aborto e religião. "Eu tenho a alegria de dizer que as debati e coloquei a minha posição contrária, por questões religiosas e filosóficas. Não as escondi. Espero que não tenhamos uma visão preconceituosa nem em relação a quem crê e nem a quem não crê", defendeu a ex-candidata.

Como o aborto tem sido a principal questão em pauta no segundo turno, Marina foi questionada sobre a opinião dos candidatos José Serra e Dilma Rousseff em relação ao tema. "Eu não tenho condições de julgar a fé das pessoas. Se ele (Deus) não julgava, como é que eu vou julgar". Em seguida, a senadora foi questionada sobre a existência de um Estado laico no Brasil, porque o aborto não poderia ser legalizado sem a geração de polêmica.

Ao responder, Marina, como vinha fazendo no período de campanha, defendeu a realização de um plebiscito popular. "Vai ser sempre a vontade da maioria da população, de uma sociedade democrática. Existe também outra parte da população tem posição contrária e eles tem o direito de expressar a sua posição. A gente tem que defender a liberdade de expressão para todas as questões. Cada um tem o direito de expressar a sua condição religiosa sem ser satanizado", explicou. Sobre o perfil político dos presidenciáveis José Serra (PSDB) e Dilma Rousseff (PT), Marina afirmou: "os dois são pessoas com uma visão desenvolvimentista, não vem pela busca da sustentabilidade ambiental e das suas diferentes dimensões". Segundo a senadora, seus adversários no primeiro turno apresentam perfis gerenciais muito semelhantes, mas o segundo turno é uma "benção", já que os dois terão oportunidades de se diferenciar."

o que será que houve?!

eles mudaram o texto?!

que coisa estranha...

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Direto do Vermelho: PT pede apuração das maracutaias do Paulo Preto: novas denúncias revelam mar de lama no governo Serra

Paulo Preto seria o elo de ligação de Serra com esquemas antigos de PC Farias

A bancada do PT na Assembléia Legislativa de São Paulo concedeu entrevista coletiva na tarde desta quarta-feira (13) para revelar novas suspeitas de casos de corrupção envolvendo o chamado “homem-bomba” do PSDB, o engenheiro Paulo Vieira de Souza, também conhecido como Paulo Preto. Integrande do grupo do agora senador eleito Aloysio Nunes Ferreira, Preto era homem de confiança dos tucanos paulistas até que foi acusado de sumir com quatro milhões de reais do “caixa 2″ da campanha de Serra.

As maracutais envolvendo o ex-presidente da Dersa, Paulo Preto, já eram bastante conhecidas nos bastidores do mundo político. Matérias da revista Veja (clique aqui para ler) e da revista IstoÉ (leia aqui) já tinham trazido à tona graves suspeitas sobre o engenheiro que ocupou cargos de grande importância no governo paulista na gestão do então governador José Serra (PSDB). Mas o nome de Paulo Preto foi jogado sob holofotes mais intensos depois que a candidata do PT à presidência da República, Dilma Rousseff, durante o debate da Rede Bandeirantes, no último domingo (10), citou o desvio de R$ 4 milhões do caixa de campanha de José Serra. O dinheiro teria sido arrecadado por Paulo Preto junto a empreiteiras e depois sumido.

Durante o debate e no dia seguinte, o candidato José Serra disse que não conhecia Paulo Vieira de Souza, mas depois voltou atrás. Nesta terça-feira (12), durante evento em Aparecida do Norte, Serra saiu em defesa do ex-presidente da Dersa e disse que ele é inocente e também que já foi eleito o Engenheiro do Ano.

Denúncias sufocadas pelos tucanos

Com o nome de Paulo Preto ganhando espaço na mídia, a bancada do PT resolveu reapresentar algumas denúncias envolvendo não só Paulo Vieira de Souza mas também o ex-governador José Serra e o atual presidente da Dersa, José Max Reis Alves.

As denúncias de tráfico de influência, desvio de dinheiro público e improbidade administrativa endossam a representação que os deputados petistas devem encaminhar nesta quinta-feira à Procuradoria Geral de Justiça de São Paulo. São denúncias que já circularam pela Assembléia Legislativa de São Paulo mas foram sufocadas pela maioria governista aliada aos tucanos.

Agora, com o assunto ocupando a pauta eleitoral, os deputados petistas têm esperança que as denúncias sejam finalmente investigadas.

Paulo Preto tem estreitas ligações políticas e pessoais com Aloysio Nunes Ferreira Filho, ex-secretário da Casa Civil de São Paulo e senador eleito pelo PSDB em São Paulo. Vieira de Souza e Aloysio se conhecem há mais de 20 anos. Quando, no ano passado, o tucano sonhou em ser o candidato de seu partido ao governo de São Paulo, Vieira de Souza foi apresentado como seu “interlocutor” junto ao empresariado. A proximidade entre os dois é tão grande que a família dele contribuiu para que o ex-secretário comprasse seu apartamento.

Trajetória repleta de episódios nebulosos

“Trata-se de uma trajetória repleta de episódios nebulosos”, disse o líder da Bancada do PT, Antonio Mentor, em referência a Paulo Vieira de Souza, o Paulo Preto.

Segundo Mentor, antes de sair da Dersa, no final de 2009, Preto foi ainda acusado de favorecimento na indicação da própria filha, a advogada Priscila Arana de Souza Zahran, para o Escritório Edgard Leite Advogados Associados, que defende a Dersa e as mesmas construtoras que deveriam ser fiscalizadas pela estatal, no Tribunal de Contas da União e Tribunal de Contas do Estado.

Deputado eleito e presidente do PT Estadual, Edinho Silva, destacou o acesso a informações privilegiadas que a advogada tinha, ao atuar em um escritório que atendia empreiteiras fiscalizadas por se próprio pai. “É evidente o conflito de interesses”, explicou Edinho.

As empreiteiras atendidas pelo escritório onde trabalha a filha do ex-presidente da Dersa atuaram nas principais obras viárias do Estado, como o Rodoanel, a Nova Marginal e a extensão da Avenida Jacu-Pêssego. Paulo Vieira de Souza era o responsável, por exemplo, por autorizar o pagamento a estas empreiteiras.

“O contrato mais emblemático refere-se à extensão da Avenida Jacu-Pêssego. Nós, da Bancada do PT, fomos até a Dersa, por causa das desapropriações que a obra iria provocar. Paulo Preto foi acintoso, violento e ameaçador”, relatou o deputado Adriano Diogo.

Festa de R$ 1 milhão e ameaça a padre

O estilo do ‘tocador de obras’ do ex-governador José Serra também aparece nas festas que ele promove. “A festa de aniversário que ele realizou em março de 2009, na Casa das Caldeiras, custou R$ 1 milhão, e teve direito até a camelos e odaliscas”, denunciou o líder da Bancada do PT.

O deputado Adriano Diogo relatou ainda um episódio que mostra o estilo truculento do tucano Paulo Preto. Segundo Diogo, durante uma reunião para tratar dos interesses de centenas de famílias que estavam ameaçadas de despejo por causa das obras da avenida Jacú Pêssego, Paulo Preto lançou ameaças e grosserias contra o padre Franco Torresi, que estava na reunião como representante das comunidades ameaçadas de perder suas casas. “O Paulo Preto nos recebeu a contra-gosto e foi super grosseiro. Contou que durante o governo FHC ocupou cargos na área penitenciária e dirigindo-se ao padre Torresi fez um comentário em tom de ameaça. Disse que se tivesse conhecido o padre na época da ditadura, teria o colocado no pau (de arara, instrumento de tortura) e o padre não estaria ali enchendo o saco”, relatou Diogo.

A fama de arrogante e truculento de Paulo Preto é confirmada por um ilustre tucano. O atual governador de São Paulo, Alberto Goldman, chegou a escrever um e-mail a José Serra reclamando do estilo de Paulo Preto. Na mensagem, Goldman diz que o ex-diretor da Dersa é incontrolável, “vaidoso” e “arrogante”.

Vínculo com o esquema PC Farias

A representação dos deputados petistas também pede à Procuradoria investigação sobre o atual presidente da estatal, José Max Reis Alves, que já integrava a diretoria da DERSA na gestão de Paulo Vieira de Souza e foi acusado de participar do Esquema PC Farias, a máfia que atuou durante o Governo Collor, no início da década de 90.

Esta é a segunda representação que a Bancada do PT envia à Justiça sobre o ‘caso Paulo Preto’. O primeiro pedido de investigação, formulado em maio de 2009, está vinculado à Operação Castelo de Areia da Polícia Federal. “Estive reunido na semana passada com o Procurador (Fernando Grella Vieira) e o caso tramita em segredo de Justiça”, explicou o deputado Antonio Mentor.

De redação, Cláudio Gonzalez - O Vermelho

terça-feira, 12 de outubro de 2010

RECORD REPERCUTE NOTÍCIA SOBRE MARACUTAIA TUCANA, QUANDO ESTE ASSUNTO VAI APARECER NA GLOBO? TALVEZ NO DIA DE SÃO NUNCAS.....






Flávio

PIG TENTA SALVAR CAMPANHA DE SERRA DE ACUSAÇÕES DE MARACUTAIA COM ENTREVISTA DE PAULO PRETO NO UOL. SE ACUSAÇÃO FOSSE CONTRA DILMA O QUE O PIG FARIA? ADIVINHEM?

A campanha de Serra sentiu o peso da acusação pelo sumiço de mais de quatro milhões de reais arrecadados por  Paulo Vieira de Souza, o Paulo Preto, ex-membro do governo tucano em São Paulo que “fugiu" com mais de R$ 4 milhões arrecadados junto a empresários em nome da campanha eleitoral dos tucanos.

Hoje, meio escondida no site do UOL tem uma entrevista com Paulo Preto onde o PIG tenta literalmente "quebrar o galho" dos tucanos e limpar a barra de Serra.

Isto significa que a denúncia feita por Dilma no debate do último domingo na Band esta surtindo efeito, caso contrário, o PIG não se dignaria a dar espaço a Paulo Preto, de jeito nenhum.
Ontem mesmo ja tinha aparecido uma declaração de Serra em Goias qualificando a denúncia da maracutaia tucana operacionalizada por Paulo Preto como um "factóide".

Se a denúncia fosse contra Dilma provavelmente o tratamento do UOL em relação a ela seria outro, não estaria escondida em um cantinho do site UOL, como que se fosse sem imporância.

Paulo Preto é uma bomba relógio que pode explodir com consequências extremamente graves para a campanha de Serra. Paulo Preto está desconfortável porque não é defendido por Serra, qua aliás não defendeu nem sua própria esposa. Tudo pode acontecer, podem ter certeza.

Flávio Luiz Sartori - flavioluiz.sartori@gmail.com

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

SERRA FOI LITERALMENTE DESMASCARADO ONTEM NA BAND, DILMA MOSTROU PARA O BRASIL SUA VERDADEIRA FACE DE CALUNIADOR COVARDE QUE NÃO TEVE CORAGEM NEM DE DEFENDER A PRÓPRIA ESPOSA

Deixando o machismo que ainda é muito forte na sociedade brasileira de lado, vamos seguir o raciocínio do cidadão simples que trabalha no dia a dia e teve sua vida melhorada nos últimos oito anos. Como se portaria este cidadão se sua esposa sofresse algum tipo de calúnia? No mínimo, obviamente sem levar em conta a violência que não deve estar presente em hipótese alguma, iria defender sua esposa e com veemência, diga-se de passagem, ainda mais em um debate com muito espaço para isso como foi o dos candidatos a Presidência da República ontem à noite.

Mas não foi isso que vimos no debate da Band ontem à noite entre Serra e Dilma Roussef.

Serra, na realidade tem duas campanhas, a institucional e legal e a feita por debaixo do pano pelo submundo da política, que por incrível que pareça é feita com ajuda de pessoas que se dizem religiosas, como por exemplo os bispos e padres católicos de direita e pastores, como por exemplo, o tal de Silas Malafaia, nesta campanha eles se despem de suas condições de religiosos e se utilizam da mentira para lançar calúnias contra Dilma Roussef baseadas, única e exclusivamente em mentiras.

Dilma Roussef ontem apenas apontou o principal culpado desta estratégia macabra, que se esconde o tempo todo sob vestes de bonzinho enquanto tem a sua disposição uma verdadeira rede de boateiros do mal atacando a candidata apoiada pelo Presidente Lula o tempo todo.

Ficou claro para os milhões de brasileiros que assistiram o debate presidencial da Band como age e opera José Serra, só não viu quem não quis.

Flávio Luiz Sartori - flavioluiz.sartori@gmail.com