sábado, 28 de agosto de 2010

HOMENAGEM A UMA PAIXÃO NACIONAL: TOMAR UMA CACHACINHA DE VEZ ENQUANTO, SEM EXAGEROS, É CLARO...PATO FU E A PINGA

Eu tomo pinga sim, socialmente e só da boa, até tenho a minha preferida a Providência lá das Minas Gerais...



Bom final de semana e se diriger não beba nada de álcool, só se for água...

Flávio

DILMA ABRE 24 PONTOS SOBRE SERRA E MERCADANTE SOBE 9 PONTOS EM SÃO PAULO, ISSO NO IBOPE. O MOMENTO É MUITO BOM AS CANDIDATURAS PROGRESSISTAS.

O resultado da pesquisa IBOPE desta manhã mostra que a subida da candidata do Presidente Lula, a ex ministra Dilma Roussef é um fato consumado. Pelo menos por enquanto, a diferença dela para Serra chegou a 24 pontos, praticamente um um quarto na escala de 0 a 100 por cento.
Serra continua caindo, sua capacidade de reação é cada vez mais reduzida, quase nula.

Diante deste quatro se começa a dezenhar um panoramo político onde a influência da força do apoio do Presisente Lula agora começa a se fazer sentir nos estados e um dos principais e inclusive para onde deverão se focalizar os holofotes da mídia e da opinião pública é São Paulo.

Mercadante candidato a governador do Presidente Lula em São Paulo subiu 9 pontos nessa mesma pesquisa do IBOPE, foi de 14% para 23%, se continuar no mesmo rítmo é praticamente certo que teremos um emocionante segundo turno em São Paulo, aliás, como há muito tempo não se via.

Também significa o fortalecimento das candidaturas ao senado e as bancadas de deputados federais e estaduais do bloco de apoio a Dilma e Mercadante aqui em São paulo, principalmente do PT.

Conclusão, com o andar desta carruagem teremos um novo quadro político aqui em São Paulo com o avanço das candidaturas progressistas, será um novo momento para São Paulo, considerado um estado buluarte do conservadorismo no Brasil durante anos.
Os candidatos, principalmente a deputado federal e estadual, que conseguirem captar esse momento e transforma-lo em uma maré positiva de votos certamente que serão favorecidos, podem acreditar piamente.

Flávio Luiz Sartori - flavioluiz.sartori@gmail.com

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

ENCURRALADOS PIG E SERRA PARTEM PARA O TUDO OU NADA E TENTAM INVENTAR MAIS UM ESCÂNDALO, O JÁ REQUENTADO VAZAMENTO DE DADOS NA RECEITA FEDERAL

O PIG e Serra não aceitam que serão derrotados, querem levar de qualquer jeito, nem que seja no “tapetão do golpismo”. Tudo começou com notícias sobre a quebra de sigilo fiscal de dirigentes do PSDB e pessoas ligadas ao Governo FHC, depois surgiram notícias sobre a quebra de sigilo fiscal da apresentadora Ana Maria Braga e também de integrantes da família Klein, proprietária das Casas Bahia.
No final da tarde de hoje (26/08/10) o próprio Serra começou a aproveitar a “levantada de bola’ do PIG e cobrar explicações sobre o assunto e, para fechar o ciclo, como não podia deixar de ser, entrou na ofensiva do PIG e de Serra ninguém menos que o impagável Marco Aurélio Mello que afirmou que a quebra de sigilo fiscal de adversários políticos seria um "golpe baixo", algo que, segundo ele, "não há espaço no campo eleitoral".

Agora pensem bem, porque pretensos membros do Governo Lula e da campanha de Dilma Roussef iriam se aventurar a bisbilhotar dados de políticos oposicionistas e pessoas públicas no banco de dados da Receita Federal?
Porque correriam risco de serem descobertos e comprometeriam um processo político do qual fazem parte, abrindo uma brecha para a oposição serrista e o PIG se aproveitar? Seria muita ingenuidade, muito amadorismo, não faz sentido, uma burrice inexplicável.

Por outro lado, já que estamos no campo das possibilidades, maquiavelismo mesmo e golpe baixo sem precedentes seria a possibilidade de que pessoas ligadas à oposição tivessem feito a trapaça invadindo o segredo das pessoas em questão para que a notícia fosse devidamente vazada deixando tudo preparado para ter conseqüências exatamente neste momento da campanha eleitoral, final de Agosto, quando a polêmica no debate eleitoral começa a “pegar fogo”. Poderia muito bem ser uma estratégia com notícias plantadas no sentido de influenciar na mídia e fornecer argumentos para o PIG criar uma crise.

Porque não ???

Claro, se tudo o que o PIG esta noticiando sobre este assunto esta no campo da possibilidade de que tenha sido feito por pessoas ligadas ao governo, também no campo das possibilidades tenho todo direito de escrever aqui que se trata de uma notícia fabricada para dar argumento à oposição, ainda mais em um momento em que José Serra está em queda livre nas pesquisas, inclusive do Datafolha.

Por isso mesmo todo cuidado é pouco, porque se a única saída para o PIG e a oposição serrista for o golpe, o momento de iniciar é agora e a noticia requentada plantada de invasão de sigilo bancário na Receita Federal está a caráter para servir de motivo para um golpe.

Olho vivo, acabo de ouvir Serra na Band dizendo que a pretensa bisbilhotice precisa ser explicada por Dilma Roussef, que respondeu “na lata”, informando que a Polícia Federal entrará no caso para investigar como a notícia da investigação na Receita Federal teria vazado, acrescentando que Serra será questionado na justiça pela leviandade de suas acusações.

E a Globo, principal membro do PIG, no Jornal Nacional, obviamente que não ficaria de fora, explorou o assunto em reportagem específica e no noticiário sobre o dia dos principais candidatos à presidência, com direito a aparição de Marco Aurélio Melo que fez o sua “conversa para boi dormir” de sempre obviamente que defendendo os pontos de vista do PIG.

Olho Vivo, Serra e o PIG são, como o povo gosta de dizer, “vaso ruím”.


Flávio Luiz Sartori – flavioluiz.sartori@gmail.com

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

LULA EM MATO GROSSO SUL: A VERDADEIRA HISTÓRIA DO BRASIL... UM DISCURSO HISTÓRICO PRA NUNCA MAIS SE ESQUECER...

Enquanto me preparo para postar o vídeo do Lula no Blog ouço ao fundo o PIG, digo a Globo tentando fazer um fato politico a denúncia requentada de que alguém pretensamente ligado ao PT teria quebrado o sigilo de dirigentes tucanos na Receita Federal, imagino Ali Kamel rangendo os dentes e jurando que irá tentar alguma coisa...

Ele pode tentar, mas ja é tarde, o Brasil é outro, graças a Deus. Viva o Brasil. Viva Lula.



Flávio Luiz Sartori - flavioluiz.sartori@gmail.com

PARA MINHA MÃE E EU TENHO CERTEZA, ELA IRÁ GOSTAR DEMAIS: TIM MAIA E A SUA PRIMAVERA

Ja escrevi aqui, minha mãe teve AVC, não fala e nem anda mais, mas tenho certeza que se ela fosse pedir uma música para mim ia ser do Tim Maia, então em homenagem a "Dona Thereza" ai vai:



Flávio

PRESTEM ATENÇÃO: DEVE TER MUITO EMPRESÁRIO E POLÍTICO ENGANADOS COM PREJUIZOS INCALCULÁVEIS POR CAUSA DE PESQUISAS E ASSESSORIAS FAJUTAS

Mais uma vez Marcos Coimbra, que é o mestre do momento desvenda o que realmente está por de trás das pesquisas fajutas do Datafolha e do IBOPE em um genial e histórico texto que segue abaixo, mas antes eu gostaria de pedir permissão para incluir no grupo dos "pesquiseiros" fajutos um grupo, felizmente minoritário de assessores, a maioria deles "cogumelos", porque formam redomas em torno dos candidatos porque ficam se utilizando desses pesquisadores fajutos para manipular os candidatos. O Datafolha e o IBOPE são apenas a ponta de um iceberg, muitas pesquisas são feitas para manipular os candidatos e colocar os mesmos "nas mãos" destes assessores que invariavelmente se comportam como "donos da verdade".

Deu no Correio Braziliense - 25/08/2010
Pesquisas Polêmicas (Ou o vexame do Datafolha)

De Marcos Coimbra, sociólogo e presidente do Instituto Vox Populi

Pesquisas nas quais não se pode confiar são um problema. Elas atrapalham o raciocínio. É melhor não ter pesquisa nenhuma que tê-las.

Ao contrário de elucidar e ajudar a tomada de decisões, confundem. Quem se baseia nelas, embora ache que faz a coisa certa, costuma meter os pés pelas mãos.

Isso acontece em todas as áreas em que são usadas. Nos estudos de mercado, dá para imaginar o prejuízo que causam? Se uma empresa se baseia em uma pesquisa discutível na hora de fazer um investimento, o custo em que incorre?

Na aplicação das pesquisas na política, temos o mesmo. Ainda mais nas eleições, onde o tempo corre depressa. Não dá para reparar os erros a que elas conduzem.

Pense-se o que seria a formulação de uma estratégia de campanha baseada em pesquisas de qualidade duvidosa. Por mais competente que fosse o candidato, por melhores que fossem suas propostas, uma candidatura mal posicionada não iria a lugar nenhum.

Com a comunicação é igual. Boas pesquisas são um insumo para a definição de linhas de comunicação que aumentam a percepção dos pontos fortes de uma candidatura e que explicam suas deficiências. As incertas podem fazer que um bom candidato se torne um perdedor.

E na imprensa? Nela, talvez mais que em qualquer outra área, essas pesquisas são danosas. Ao endossá-las, os veículos ficam em posição delicada.

Neste fim de semana, a Folha de São Paulo divulgou a pesquisa mais recente do Datafolha. Os problemas começaram na manchete, que se utilizava de uma expressão que os bons jornais aposentaram faz tempo: “Dilma dispara...”. “Dispara..”, “afunda...” são exemplos do que não se deve dizer na publicação de pesquisas. São expressões antigas, sensacionalistas.

Compreende-se, no entanto, a dificuldade do responsável pela primeira página. O que dizer de um resultado como aquele, senão que mostraria uma “disparada”?

Como explicar que Dilma tivesse crescido 18 pontos em 27 dias, saindo de uma desvantagem para Serra de um ponto, em 23 de julho, para 17 pontos de frente, em 20 de agosto? Que ganhasse 24 milhões de eleitores no período, à taxa de quase um milhão ao dia? Que crescesse 9 pontos em uma semana, entre 12 e 20 de agosto, apenas nela conquistando 12,5 milhões de novos eleitores?

O jornal explicou a “disparada” com uma hipótese fantasiosa: Dilma cresceu esses 9 pontos pelo “efeito televisão”. Três dias de propaganda eleitoral (nos quais a campanha Dilma teve dois programas e cinco inserções de 30 segundos em horário nobre), nunca teriam esse impacto, por tudo que conhecemos da história política brasileira.

Aliás, a própria pesquisa mostrou que Dilma tem mais potencial de crescimento entre quem não vê a propaganda eleitoral. Ou seja: a explicação fornecida pelo jornal não explica a “disparada” e ele não sabe a que atribuí-la. Usou a palavra preparando uma saída honrosa para o instituto, absolvendo-o com ela: foi tudo uma “disparada”.

É impossível explicar a “disparada” pela simples razão de que ela não aconteceu. Dilma só deu saltos espetaculares para quem não tinha conseguido perceber que sua candidatura já havia crescido. Ela já estava bem na frente antes de começar a televisão.

Mas as pesquisas problemáticas não são danosas apenas por que ensejam explicações inverossímeis. O pior é que elas podem ajudar a cristalizar preconceitos e estereótipos sobre o país que somos e o eleitorado que temos.

Ao afirmar que houve uma “disparada”, a pesquisa sugere uma volubilidade dos eleitores que só existe para quem acha que 12,5 milhões de pessoas decidiram votar em Dilma de supetão, ao vê-la alguns minutos na televisão. Que não acredita que elas chegaram a essa opção depois de um raciocínio adulto, do qual se pode discordar, mas que se deve respeitar. Que supõe que elas não sabiam o que fazer até aqueles dias e foram tocadas por uma varinha de condão.

Pesquisas controversas são inconvenientes até por isso: ao procurar legitimá-las, a emenda fica pior que o soneto. Mais fácil é admitir que fossem apenas ruins.


Desculpem a minha franqueza, ou melhor desabafo, mas faz anos que acompanho esta situação e só agora os vilões desta triste estória começam a ser desmascarados, ainda bem.


Flávio Luiz Sartori - flavioluiz.sartori@gmail.com