sexta-feira, 13 de agosto de 2010

DEPOIS DO DATAFOLHA LITERALMENTE JOGAR A TOALHA, PELO MENOS POR ENQUANTO, MELHOR CURTIR UM SOM E NÃO DIZER NADA. E PRECISA?

Depois de Dilma 41% e Serra 33% nas intenções de votos espontâneas e no Datafolha e ainda mais na Rede Globo, no Jornal Nacional, nada declarar, apenas um som para um fim de semana para não se esquecer dele tão cedo e a música é....





Valeu. bom fim de semana.

Flávio Luiz Sartori

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

JORNAL NACIONAL DE HOJE COM SERRA, WILLIAN BONNER SE ESQUECEU DE EDUARDO AZEREDO QUANDO O ASSUNTO FOI O MENSALÃO

Como era de se imaginar, Willian Bonner e Fátima Bernardes foram só delicadeza com José Serra, nada de tentar colocar ele na parede como tentaram o tempo todo com Dilma Roussef.

Para tentar enganar quem assistia o Jornal Nacional entraram no assunto mensalão mas enviesaram as perguntas para a participação do PBT e de Roberto Jefferson no episódio, no entanto a forma como fizeram as perguntas de longe não lembrou a entrevista com Dilma Roussef, estavam bem "maneirinhos" , até parecia que estavam entrevistando um técnico de seleção brasileira de futebol depois de ter conquistado um campeonato mundial.

Mas não foi só isso, o pior mesmo foi ter assistido eles entrevistando Serra tentando mostrar para quem assistia a entrevista que estavam colocando Serra na parede, porém quando tentaram abordar o mensalão e foi quando Willian Bonner fez questão de frizar que teria sido "um mensalão do PT", simplesmente se esqueceram do Senador Eduardo Azeredo, ex presidente do PSDB e um dos principais envolvidos no mensalão, inclusive é importante lembrar que o Supremo Tribunal Federal aceitou a denúncia da Procuradoria-Geral da República contra Azeredo acusado de comandar o esquema do mensalão mineiro.

Ora, tentar abordar o assunto mensalão e nem sequer citar o nome de Azeredo simplesmente é desrespeitar a inteligencia do eleitor brasileiro de uma forma tão evidente que chega a ser vergonhosa. A Globo e o PIG, como um todo pararam no tempo e não aceitam de maneira nenhuma o fato concreto de que o Brasil mudou e o tempo das manipulações descaradas com entrevistas montadas, como a que fizeram com Serra agora pouco no Jornal Nacional, acabou porque hoje eles ja não enganam mais a maioria dos eleitores brasileiros.

Flávio Luiz Sartori - flavioluiz.sartori@gmail.com

terça-feira, 10 de agosto de 2010

MAIS UMA VEZ AFIRMO E COM TODA HUMILDADE: "EIS PORQUE MARCOS COIMBRA DO VOX POPULI É MEU GURÚ"

Marcos Coimbra: Quem acha que Dilma não passa de 40% pode ter surpresa

Lula e Dilma

por Marcos Coimbra, na Carta Capital

6 de agosto de 2010 às 10:29h

Uma das coisas engraçadas destas eleições é observar a mudança nos cálculos da oposição sobre o “poder de transferência” de Lula. Já faz mais de um ano que eles são feitos e refeitos, sempre corrigindo para cima a estimativa anterior. Agora, às vésperas do começo da última etapa, com as campanhas chegando à televisão, eles voltaram a mudar, outra vez em sentido ascendente.

Ainda em 2009, não havia quem, nos partidos de oposição, achasse que a aposta de Lula ao indicar Dilma Rousseff daria certo. Além do que entendiam ser suas dificuldades próprias – inexperiência eleitoral, falta de carisma, pouca visibilidade de seu papel no governo (para ficar apenas com as mais citadas) – haveria um limite à transferência de votos de Lula para ela.

Ninguém jamais discutiu que Dilma Rousseff precisaria desses votos. Uma candidata nova, que nunca disputara um cargo importante, sem qualquer notoriedade fora da área técnica do governo, só por milagre alcançaria votação sequer perceptível em uma eleição nacional. Veja-se, para ilustrar, o que aconteceu com Aécio Neves na pré-campanha. Apesar de ser o governador reeleito (e bem avaliado) do segundo maior colégio eleitoral do País, mal alcançava 20% quando teve de desistir, exatamente por lhe faltar maior volume de intenções de voto.

Mesmo sendo Dilma a candidata do PT, de longe o partido com o maior número de filiados e simpatizantes, suas perspectivas continuavam baixas. O PT, sozinho, seria insuficiente para elegê-la.

Ou seja, para se tornar competitiva diante de José Serra e poder derrotá-lo, Dilma precisava de Lula. Ela sabia disso, ele também, assim como a torcida do Flamengo (e a de todos os seus adversários).

Mas quantos seriam os votos que ele conseguiria repassar? Apesar de sua popularidade e simpatia, não haveria um limite a essa transferência?

Durante o ano passado, quem torcia por Serra, seja no meio político, seja na sociedade civil, escolheu a taxa de 20% como o teto onde a transferência de Lula poderia ir. Até a alcançar, Dilma cresceria sem problemas. Em lá chegando, empacaria. Lula a poria no patamar de 20%, mas, para ultrapassá-lo, a bola estaria com ela. Sozinha, sem bagagem política, seria presa fácil do candidato do PSDB.

Essa proporção não foi inventada, pois se baseava nas respostas de entrevistados nas pesquisas a perguntas sobre sua propensão a votar em “quem quer que fosse o candidato indicado por Lula”. Embora variasse um pouco, conforme o momento e a pesquisa era mesmo isso que diziam as pessoas.

O equívoco foi, no entanto, confundir piso com teto. Os 20% não eram o máximo, mas o mínimo que Lula, sem fazer mais nada, daria a ela.

Ela os superou ainda em outubro de 2009, jogando fora os prognósticos peremptórios que ouvíamos até de especialistas conhecidos. Fixaram, então, uma nova barreira em 30%, e garantiram que, deles, ela não passaria. Coisa que fez em março e continuou subindo. A essa altura, indo cada vez mais além do segmento do eleitorado que votaria de olhos fechados em quem Lula indicasse.

Na última semana de julho, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso reviu as contas e fixou um novo limite. Para ele, depois de “Lula ter transferido para sua candidata 35% a 40% dos votos”, alcançou “um teto”. Agora, finalmente, segundo o ex-presidente, Dilma Rousseff pararia de crescer.

Quem garante isso? De onde vem a convicção, considerando que ela, nos 40% atuais, já está a um passo de ganhar no primeiro turno?

Quem acha que ela não cresce mais deve imaginar que a presença diária de Lula na televisão, depois do dia 17 próximo, não terá qualquer efeito. Que os 85% que o aprovam, os 75% que acham ótimo ou bom seu governo, os muitos que gostam dele e o admiram ficarão indiferentes à sua presença. Que se decepcionarão todos aqueles que só esperam conhecer um pouco a candidata que ele apoia.

Quem acha que ela não passa de 40% esquece que Lula a pôs nesse patamar quase que somente falando nela, sem olhar nos olhos do eleitor e pedir seu voto, salvo a meia dúzia de vezes em que usou o tempo de propaganda de seu partido.

Quem acha que ela não passa de 40% pode se preparar. Vai, provavelmente, ter uma surpresa.

Marcos Coimbra é sociólogo e presidente do Instituto Vox Populi. Também é colunista do Correio Braziliense.


Tudo que tinha que ser escrito sobre este assunto esta neste texto do, portanto dispensa comentários.

Flávio Luiz Sartori

MINISTRO DO SUPREMO JOAQUIM BARBOSA DIVULGA NOTA SOBRE OS ATAQUES QUE SOFREU DO PIG


Nota do ministro Joaquim Barbosa, do Supremo Tribunal Federal (STF), repudiando “escândalo” produzido pelo Estadão, na linha dos assassinatos de reputação produzidos diariamente pela mídia brasileira:

“Em razão de notícias veiculadas nos últimos dias em órgãos de imprensa, tenho a esclarecer:

1) Sofro de dores crônicas nas regiões lombar e quadril há três anos e meio;

2) Por essa razão, desde fevereiro de 2008, vi-me forçado a licenciar-me, de início por períodos de uma a três semanas, para tratamentos que se revelaram insuficientes;

3) O mesmo problema de saúde levou-me, em novembro de 2009, a renunciar ao prestigioso posto de ministro do Tribunal Superior Eleitoral, do qual eu me tornaria naturalmente presidente este ano;

4) Em abril último, resolvi licenciar-me por período mais longo no intuito de resolver definitivamente o problema, permanecendo licenciado de 26/04/10 a 30/06/10, com duas interrupções em 13/05/10 e 16/06/10. No período de férias legais, no mês de julho, permaneci em tratamento na cidade de São Paulo e, no último dia 02 de agosto, seguindo orientação médica, requeri nova licença por 60 dias, que agora interrompi por uma semana para participar de julgamentos pautados no Supremo Tribunal Federal;

5) Os dados médicos e os procedimentos a que me submeti ao longo dos últimos três anos estão fartamente documentados no serviço médico do STF;

6) Estes são os fatos e, diante das notícias de caráter sensacionalista e fotografias de qualidade duvidosa publicadas nos últimos dias, externo meu repúdio aos aspirantes a papparazzi e fabricantes de escândalos que, sorrateiramente, invadiram minha privacidade em alguns poucos momentos de lazer, permitidos e até aconselhados pelos médicos que me assistem.

7) Por fim, em meio ao esforço redobrado para alcançar uma plena recuperação, reitero meu compromisso de cumprir com as atribuições constitucionais que me impõe o honroso exercício do cargo de ministro do Supremo Tribunal Federal.


Brasília, 09 de agosto de 2010


Ministro Joaquim Barbosa”.