quinta-feira, 8 de abril de 2010

O POVO NÃO É BÔBO, ABAIXO A REDE GLOBO: CARIOCAS JA CONHECEM A GLOBO DE OUTROS CARNAVAIS, NÃO SE DEIXARÃO ENGANAR...


Ja escrevi aqui que quando estive no Rio de Janeiro a trabalho um pouco antes do carnaval deste ano fiquei impressionado com o fato de que não consegui encontrar nenhuma televisão, em comércios, principalmente bares e salões de beleza, sintonizada na Globo.

Quando comecei a perceber este detalhe fiz questão de prestar mais a atenção em todos comércios que estivessem com uma televisão ligada e nada de Globo. A maioria das sintonias era na Record e outros canais.

Acabo de saber que uma novela da Record, em um capitulo especial, Bela a Feia, superou a Globo ontem dia 7 de Abril no Rio de Janeiro com 25 pontos de audiência contra 14 pontos da Globo em horário nobre da noite. Em São Paulo mesmo com a a audiência excelente de 18 pontos a novela ficou atraz da Globo que marcou 25 pontos.
Para confirmar acessem o UOL no "na telinha" no endereço:
http://natelinha.uol.com.br/2010/04/08/not_30326.php
Isso demonstra que o carioca ja está vacinado contra a Globo à muito tempo, toda esta palhaçada dos telejornais da Globo em cima da tragédia do Rio não vai adiantar nada, muito pelo contrário, o carioca ja conhece a Globo de outros carnavais e sabe o que está por de traz do sensacionalismo montado com o intuito de jogar a opinião pública contra governos que não rezam a cartilha dos Marinhos e do PIG. Podem acreditar....
Flávio Luiz Sartori - flavioluiz.sartori@gmail.com


terça-feira, 6 de abril de 2010

EIS O PORQUE DE EU DIZER SEMPRE: MARCOS COIMBRA É MEU GURÚ...

Estas não são falas que representam um puxa saquismo qualquer. Não, é uma constatação sobre um profissional sério e sua equipem em um Brasil onde as mentiras do PIG sempre imperaram.

Direto da Rede Brasil Atual:

Vox Populi dispara contra críticas da Folha

"Quem tem de se explicar é o Datafolha", afirma João Francisco Meira, diretor-presidente do Vox Populi. Ele critica ainda a Folha por não ouvir o instituto ao questionar sua metodologia

Por: Anselmo Massad, Rede Brasil Atual
Publicado em 05/04/2010, 19:02
Última atualização às 19:06

São Paulo - Diante dos questionamentos a respeito dos resultados da pesquisa eleitoral do Vox Populi, o diretor-presidente do instituto João Francisco Meira critica a cobertura da Folha de S.Paulo e enseja ir ao ataque. "Quem tem de se explicar é o Datafolha", afirma em entrevista à Rede Brasil Atual.
Divulgada no sábado pela Band, o levantamento mostrou ascensão da pré-candidata do PT, Dilma Rousseff, que empatou tecnicamente com o nome do PSDB ao cargo, José Serra. O ex-governador de São Paulo aparece com 34% das intenções de voto contra 31% da ex-ministra da Casa Civil. A margem de erro é de dois pontos percentuais.

Um dos principais questionamentos ao levantamento do Vox Populi diz respeito à ordem das perguntas. Primeiro, os entrevistados eram interrogados sobre o conhecimento prévio dos pré-candidatos. Depois, demandava-se a intenção de voto. "Nossos levantamentos são feitos da mesma forma há anos, sem alteração", defende-se Meira.

Admitindo-se irritado com "essa conversa sobre nosso questionário", ele defende a opção adotada pelo instituto. "Quem disse que perguntar sobre o conhecimento do candidato influencia na intenção de voto? O contrário é que sim", critica.

Para o cientista político, a ordem é necessária porque as questões sobre a preferência do eleitor incluem apresentar diferentes listas de candidatos aos entrevistados. Depois de ler os nomes nas cartelas, os participantes poderiam dizer que ouviram falar de um dos concorrentes apenas porque viram seu nome entre as opções apresentadas.

A diferença de metodologia entre os realizadores de pesquisas eleitorais poderiam ser reduzidas, na visão de Meira, com diálogo entre as empresas, mas não há disposição para isso. "É uma discussão que deveria estar no plano técnico mas, por uma opção editorial, dão outro rumo", lamenta.

"O Vox Populi tem um modelo, falamos na casa das pessoas, damos tempo para elas responderem, nossas pesquisas podem ser auditadas a qualquer tempo", pondera. "O Datafolha faz entrevistas na rua, sem verificar se a pessoa mora mesmo na cidade", compara.

Meira lembra que outros institutos como o Sensus e o Ibope trouxeram tendências semelhantes às contatadas pelo Vox Populi. Ainda segundo ele, o único com dados divergentes foi o Datafolha. "Na pesquisa de março, (os técnicos do Datafolha) não publicam detalhes, e as explicações que deram não batem", critica. As mudanças no cenário, relacionadas ao fim dos problemas com as chuvas em São Paulo e o crescimento sem causas específicas na região Sul foram as razões apresentadas pelo Datafolha.

Segundo Meira, a principal diferença entre os institutos é que o Datafolha faz parte de um grupo de comunicação que tem um jornal de grande circulação. "Não posso brigar com um jornal como esse", sustenta. "Enviamos uma nota ainda no sábado para o jornal (Folha), mas nenhuma linha foi publicada. Queria saber se o manual de jornalismo que eles dizem respeitar está sendo respeitado neste caso", ataca.

Apesar das duras críticas, Meira defende que os quatro principais institutos de pesquisa do país têm capacidade de projeção semelhante nas proximidades do pleito. Para isso, cita estudos de Marcos Figueiredo, do Instituto Universitário de Pesquisas do Rio de Janeiro (Iuperj).

Resultados

Para João Francisco Meira, o levantamento de abril é um marco no processo de campanha porque é o último produzido antes da desincompatibilização dos candidatos. Nas próximas edições, os eleitores lidarão com personalidades na condição de pré-candidatos e não ministro ou governador – no caso dos dois primeiros colocados. "Agora, ambos estão livres da condição de mandatários para se movimentar em debates pelo país ou dar entrevistas na TV e no rádio", aposta.

Em relação a Dilma e Serra, os percentuais estão relacionados à projeção obtida nas propagandas políticas obrigatórias de seus respectivos partidos. De um lado, a pré-candidata petista conseguiu um importante embalo pela exposição da propaganda partidária de dezembro. Mais recentemente, recebeu um impulso ligado ao maior conhecimento de que seu nome é endossado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Do outro lado, José Serra conteve a queda também por contar com maior espaço nas inserções de TV e rádio.

Esse conjunto, segundo Meira, explicaria os quatro pontos percentuais a mais recebidos por Dilma e a estabilização de Serra.

segunda-feira, 5 de abril de 2010

PESQUISA VOX POPULI DESTE FINAL DE SEMANA DECRETA O FIM DA FARSA DO DATAFOLHA

PESQUISAS FAJUTAS TENTAM INFLAR A CANDIDATURA DEMO TUCANA DO PIG, VOX DESMASCARA....


No último final de semana de março agora, bem nas vésperas da saída oficial do Governo de São Paulo, José Serra precisava mais do que nunca de uma injeção de ânimo em sua candidatura oposicionista, principalmente nas pesquisas de opinião.

Com o desgaste o IBOPE, já desacreditado desde que Montenegro declarou em alto e bom som que Dilma Roussef não decolaria, ninguém acreditaria no IBOPE. Não restou outra alternativa para o PIG, tinha que ser a Folha de São Paulo para ir a luta defender Serra e colocar seu candidato na ofensiva.

Felizmente o Brasil de hoje é outro, estamos bem distante dos tempos em que os Datafolhas e IBOPEs da vida fabricavam resultados e empurravam goela abaixo da opinião pública do eleitorado brasileiro, que era obrigado a aceitar aquela aparente verdade transformada em uma realidade modificada e mentirosa com o intuito de mudar opiniões possivelmente votos.

Desta vez o Datafolha foi longe demais e brincou com a boa fé dos brasileiros, ou seja, menos de um mês depois de ser obrigado a admitir que Dilma Roussef praticamente já empatava com Serra, lançou uma outra pesquisa invertendo a linha de queda de Serra para uma nova subida e ao mesmo tempo também inverteu a linha de subida de Dilma Roussef para uma pretensa parada de crescimento.

A pesquisa Vox Populi deste final de semana, que coloca Dilma com 31% de intenções de votos, praticamente empatada com Serra, com 34% de intenções de votos espontâneos foi fundamental porque teve a função de desmascarar uma farsa montada pelo PIG que em uma atitude de desespero demonstrou muito bem até que ponto poderá ir com José Serra no intuído de derrotar o Governo do Presidente Lula.

Felizmente no Brasil de hoje o PIG já não tem mais a influência que teve, a farsa do Datafolha foi tão absurda que nem mesmo o próprio PIG conseguiu dar a ela a dimensão esperada pelo fato.

A pesquisa de opinião pública que deveria ser um instrumento de análise e reflexão para os eleitores brasileiros, na realidade, para o PIG, se transformou um uma peça de manipulação do à serviço da candidatura Serra. Tanto o Datafolha quanto o IBOPE, que já tiveram um nome a zelar perante a sociedade civil brasileira, nos últimos meses, desceram ao fundo do poço ao mostrarem que sempre foram empresas a serviço das elites que sempre dominaram o Brasil.
Pesquisa de opinião é um instrumento sério de análise e não um factóide para manipulação da opinião pública. Empresários, governantes, analistas e cientistas sociais precisam abrir olhos para a nova realidade brasileira e deixar de se levar pela pelo tradicional do passado porque, na realidade, o que estas pesquisas fajutas fazem é só enganar e nada mais.
Qualquer técnico ou estatístico, todos sabem muito bem pode montar uma tabela, puxar um número aqui, empurrar outro número ali e pronto está feita a farsa. E a verdade onde fica, a quem interessa? Pensem bem.

Flávio Luiz Sartori – flavioluiz.sartori@gmail.com